O Ministério Público do Maranhão (MPMA) protocolou um pedido de intervenção no município de Turilândia, diante da situação do município após a operação Tântalo II, que atingu toda a classe política eleita na cidade: prefeito, vice-prefeita e todos os vereadores de mandato. O gestor e a vice estão presos e o vereador que está administrando o município cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.
O procurador-geral de Justiça do Maranhão, Danilo de Castro, confirmou o pedido e ressaltou que a continuidade administrativa de Turilândia não pode ser comprometida.
O Ministério Público também deve agilizar ações na esfera cível, com objetivo de buscar a perda dos cargos dos gestores afastados, o que pode inviabilizar o retorno do prefeito e da vice-prefeita às funções.
As investigações conduzidas pelo GAECO apontam a existência de uma organização criminosa estruturada, que teria se infiltrado na administração pública de Turilândia para desviar cerca de R$ 56 milhões, principalmente das áreas de Saúde e Assistência Social.
Foram 21 mandados de prisão foram expedidos contra agentes políticos, servidores públicos e empresários envolvidos no esquema.





