Do auge à rejeição: a trajetória de Chiquinho FC entre o Carnaval e a política

Codó viveu em 2025 um dos carnavais mais marcantes de sua história. Sob a batuta do prefeito Chiquinho FC, a festa ganhou novo formato, com blocos alternativos fortalecidos, atrações diurnas e o Trio FC como símbolo da folia. O evento atraiu turistas, movimentou a economia e consolidou a imagem do gestor como protagonista da alegria popular.

No entanto, o brilho carnavalesco não se sustentou no campo político. Em 2026, Chiquinho FC amarga uma rejeição histórica. Pesquisas locais apontam queda acentuada em sua popularidade, reflexo de disputas internas, alianças controversas e expectativas frustradas da população. O contraste é evidente: o líder que foi celebrado como ícone da festa agora enfrenta resistência e críticas em meio ao cenário político.

A trajetória recente de Chiquinho FC revela a volatilidade da popularidade pública. Se em 2025 o prefeito foi exaltado como símbolo da cultura e da festa, em 2026 ele se vê desafiado a reconstruir sua imagem diante de uma rejeição que ameaça seu futuro político.

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