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Ary Menezes
O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou um segundo pedido de cassação do prefeito Ary Menezes Fernandes e do vice Ronildo Costa de Carvalho em Nova Olinda do Maranhão, desta vez focado na utilização de vídeo falso (deepfake) simulando apoio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A ação reforça que a vitória por apenas 2 votos foi obtida com fraude digital, abuso de poder político e uso indevido da mídia.
Segundo o novo parecer, o pleito foi marcado pela utilização de um vídeo falso (deepfake) simulando apoio do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, exibido em evento denominado “Carreta Cine Lula”, realizado em 22 de setembro de 2024, e posteriormente divulgado nas redes sociais de Ary Menezes. O MPE considera que a manipulação digital foi dolosa, consciente e decisiva para o resultado da eleição.
A análise do Ministério Público aponta que a fraude está robustamente comprovada: o vídeo foi desmentido oficialmente pelo Partido dos Trabalhadores, testemunhas confirmaram a manipulação digital, e até uma testemunha da defesa admitiu ter percebido a falsificação. Além disso, os candidatos participaram ativamente do evento, discursaram no palanque e compartilharam o conteúdo em suas redes, reforçando a intenção deliberada de enganar o eleitorado.
O parecer destaca ainda a gravidade extrema da conduta, tanto qualitativa — pelo uso de tecnologia para forjar o apoio do Chefe da Nação — quanto quantitativa — considerando que a eleição foi decidida por apenas dois votos, em um município onde Lula teve 80,48% dos votos em 2022. Para o MPE, a soberania popular foi viciada e a vontade do eleitor, manipulada.
Diante disso, o Ministério Público Eleitoral volta a opinar pela total procedência da ação, recomendando a cassação dos mandatos e a declaração de inelegibilidade de Ary Menezes e Ronildo Costa.
O processo agora seguirá para decisão do Juiz Eleitoral da 80ª Zona de Nova Olinda, que poderá confirmar novamente a cassação da chapa de Ary.
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A EDUCAÇÃO DIANTE DE UMA CRISE DE VALORES.
Por professor Walterli Lima.
Nas últimas décadas, o cenário da educação pública tem passado por uma transformação preocupante. Houve um tempo em que o aluno dedicado, estudioso e disciplinado era motivo de admiração entre os colegas. Ser bom aluno representava prestígio, esforço e exemplo a ser seguido. No entanto, esse valor parece ter se perdido em meio às mudanças sociais, culturais e tecnológicas que redefiniram o ambiente escolar.
Hoje, em muitas salas de aula, o estudante que se destaca por sua dedicação é frequentemente alvo de zombarias e isolamento. O empenho e o interesse pelo aprendizado deixaram de ser virtudes reconhecidas e passaram a ser vistos como comportamentos fora de moda. O resultado é uma inversão preocupante de valores, na qual o desinteresse e a indisciplina ganham espaço, enquanto o mérito e a busca pelo conhecimento são desestimulados.
A busca pelo imediatismo, sem a paciência necessária para anos de estudo, transformou a escola em um ambiente visto por muitos alunos como algo sem utilidade prática.
Esse fenômeno não nasceu nas escolas, reflete uma crise social mais ampla de respeito, de valores, de prioridades e de responsabilidade coletiva.
Estamos, infelizmente, diante da formação de exércitos de ignorância, nos quais jovens passam pela escola sem realmente aprender, sem desenvolver o pensamento crítico e sem compreender a importância do saber para a construção da vida em sociedade.
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A população timbirense afirma nos quatro cantos da cidade que TIMBIRAS tem 3 nomes com “muita chance” de se eleger ao executivo municipal em 2028, caso decidam concorrer.
No entanto, um Analisa Político, consultado pelo Blog, destacou que a disputa será acirrada, com três nomes fortes para uma vaga na oposição timbirense: além de Junão, Marcelo e Hygo, o ex-vice prefeito Neguinho das Flores, também está na corrida com os três nomes fortes e apenas, um dos nomes, se a oposição for inteligente poderá ficar na disputa, o que pode gerar tensão entre os envolvidos. Caso, tenha mais de um candidato em 2028 na ala oposicionista ao executivo municipal, favorecerá o grupo de situação. Afirma.
O Analista também comentou sobre o caso de João dos Plásticos, lembrando sua trajetória e os desafios de se manter vivo no cenário político, após perdas eleitorais. O Analista destacou que, no caso de Junão, ele possui vantagens, com sua comunicação eficaz, apoio das comunidades, seguimento evangélico e sua experiência como Professor e Vereador de 3 mandatos e tem respaldado e a confiança do Partido Republicanos, que conseguiu uma grande votação nas últimas eleições.
Elias da Construforte seria um bom nome para o executivo municipal de Timbiras, mas que a questão ainda precisa ser discutida, já que o Vereador de Parauapebas não manifestou oficialmente interesse em se candidatar. Outro nomes que se comenta é de Ronaldo Fazendeiro que vem em ascensão política, mas deve apostar mesmo todas as suas cartas em Neguinho das Flores. Concluiu.
Vamos aguardar!. E ver o desempenho de cada um nas eleições estaduais, afinal é um reflexo para as eleições municipais. O Blog segue apurando e informando com imparcialidade, transparência e sem lado politico.
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Na sessão desta terça-feira (11), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu por unanimidade abrir processo administrativo contra os desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão acusados de venda de sentenças na Operação 18 minutos.
Com a decisão, foram mantidos todos os afastamentos cautelares dos desembargadores Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa, Luiz Gonzaga Almeida Filho e Antônio Pacheco Guerreiro Júnior, além dos magistrados de primeira instância Alice de Sousa Rocha e Cristiano Simas de Sousa. O CNJ também determinou o arquivamento do processo em relação ao juiz Sidney Cardoso Ramos, por “ausência de indícios suficientes”.
O relator, conselheiro Mauro Campbel Marques, classificou as ações como “graves condutas que justificam as sanções mais severeas previstas na Lomam [Lei Ordinária da Magistratura]”.
A operação ganhou o nome “18 Minutos” em referência ao tempo médio que supostamente levava para que decisões judiciais favorecendo determinados grupos fossem emitidas. Na defesa, um dos advogados alegou que a desembargadora Nelma Sarney não tinha como interferir no tempo, mas foi culpa do servidor responsável.
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Mais uma denúncia grave na Educação de Timbiras, cidade leste maranhense. Os números do FUNDEB em 2025 não batem!. Estão tentando manipular os percentuais do Fundeb para enganar o TCE. E o que é mais grave com anuência da presidente do Conselho FUNDEB, afirma o vereador Hygo Contador.
Cada órgão mostra um dado diferente sobre o quanto foi gasto com os professores e profissionais da educação, de Timbiras veja:
SIOPE: 76,56%
RREO: 75,96%
TCE/MA: 85,18%
Como pode três órgãos oficiais mostrarem percentuais tão diferentes? questiona o Parlamentar. Será se a secretaria de educação de Timbiras, estaria manipulando os percentuais do Fundeb para tentar enganar o TCE tribunal de contas do estado?
Isso mostra falta de transparência e possíveis irregularidades na aplicação do dinheiro da educação de Timbiras.
Diante das informações divergentes e inconsistentes quanto ao percentual de aplicação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica de Valorização Profissionais da Educação (FUNDEB), referente ao 4° bimestre de 2025, o Vereador Hygo Rodrigo Costa Fernandes (Hygo Contador), no uso de suas atribuições constitucionais de fiscalização abriu uma denúncia junto ao Ministério Público do Estado do Maranhão, que deve investigar essa denúncia gravíssima feita pelo Vereador Hygo Contador.
Lembrando que o município de Timbiras está nas últimas colocações de avaliação do portal da transferência com a nota 57,38% que pode chegar até 100%.
O povo de Timbiras merece saber a verdade sobre o uso dos recursos públicos, disse o Vereador Hygo Contador.
O Blog foi informado que atual Presidente do Conselho do FUNDEB é a atual diretora da Escola José Maria Alvim, a senhora Carmen Santos, que validou todas as informações, coitada! talvez nem saiba entrar no sistema. O Blog garante o espaço, caso ela queira se manifestar.
Pula fora, enquanto tem tempo, não assine nada no escuro. Fica a dica.
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Em entrevista ao jornalista Raimundo Borges (O Imparcial), o vice-governador Felipe Camarão diz que não conversa com o governador Carlos Brandão há vários meses. “Nem por mensagem”, disse Camarão.
Camarão reafirmou a candidatura ao Palácio dos Leões em 2026, falou de projetos e de campanha. “Estou disposto ao diálogo. A candidatura é irreversível”(…)Eu não renuncio em nenhuma hipótese ao meu cargo de vice-governador, porque fui eleito para este cargo. Mas costumo brincar que eu posso ser candidato até a papa, conselheiro tutelar, qualquer cargo”.
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A Promotoria de Justiça de João Lisboa está investigando possíveis irregularidades na contratação do escritório Franco de Carvalho Sociedade Individual de Advocacia pela Prefeitura da cidade.
O contrato foi firmado por meio do processo administrativo nº 006/2025, na modalidade de Inexigibilidade de licitação nº 002/2025 no município de João Lisboa/MA.
Para o promotor de Justiça, Hagamenon Azevedo, há indícios de irregularidade da contratação direta, diante disso solicitou Parecer Técnico elaborado pela Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça – ASTEC.
O inquérito tem 90 dias para ser concluído.
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino foi designado relator de um habeas corpus que solicita o encerramento da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O pedido requer que o tribunal revogue as medidas cautelares impostas a Bolsonaro no âmbito do Inquérito 4.995, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. A investigação apura uma suposta tentativa de obstrução das apurações sobre a trama golpista, processo no qual o ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.
A ação foi apresentada pelo advogado Guilherme Horácio Colombo, que afirmou não ter vínculo com Bolsonaro e protocolou o habeas corpus por iniciativa própria. Segundo ele, o ex-presidente estaria sendo alvo de constrangimento ilegal, já que não foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) — situação diferente da de outros investigados no mesmo inquérito, como Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
A petição destaca que a Polícia Federal concluiu as investigações e enviou o relatório à PGR em agosto. Mesmo sem denúncia formal contra Bolsonaro, foram mantidas as medidas restritivas determinadas por Moraes, entre elas prisão domiciliar, monitoramento eletrônico, proibição de uso de redes sociais e de contato com embaixadores.
Colombo também solicita o trancamento do inquérito e a liberdade plena do ex-presidente, alegando violação ao devido processo legal e ao princípio da presunção de inocência.
O caso será agora analisado por Flávio Dino, que poderá decidir de forma individual ou submeter o pedido a julgamento na Primeira Turma do STF. O habeas corpus foi protocolado no dia 6 de novembro.
Fazer aniversário não é apenas comemorar mais um ano de vida. É também refletir e agradecer por tudo que você alcançou até agora.




