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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5), a Operação Farândola, com o objetivo de desarticular esquema de caixa dois eleitoral e de corrupção eleitoral no município de Caxias.
A investigação revelou que recursos não contabilizados foram utilizados para financiar o oferecimento de vantagens ilícitas e a realização de gastos paralelos por candidatos durante o pleito eleitoral.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral, com diligências realizadas nos municípios de Caxias/MA e de São Luís/MA. O esquema investigado baseava-se na atuação de um operador financeiro interposto, responsável por receber e por distribuir valores a mando de candidatos eleitos ao cargo de vereador durante o pleito de 2024.
O objetivo das medidas é a apreensão de dispositivos eletrônicos, de documentos, de registros contábeis informais, de valores em espécie e de outros elementos capazes de comprovar a origem e a destinação dos recursos ocultos.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral e de corrupção eleitoral.
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Timbiras (MA) – A cena política local se encontra em ebulição. As principais lideranças da oposição, parecem que não aprenderam a lição das últimas eleições municipais, não chegaram a um consenso e cada grupo decidiu apoiar seus próprios candidatos a deputados nas eleições de outubro de 2026.
A fragmentação preocupa analistas e parte do eleitorado, já que a divisão pode enfraquecer o bloco oposicionista diante de adversários mais organizados. Em vez de unir forças em torno de um nome competitivo, cada liderança aposta em seus próprios candidatos a deputados, o que aumenta o risco de dispersão de votos.
Segundo levantamentos preliminares, há pelo menos seis nomes sendo trabalhados para serem votados para a Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. A estratégia, embora demonstre a força de diferentes grupos, pode comprometer a capacidade de articulação da oposição em nível estadual.
Especialistas apontam que a falta de unidade transmite a imagem de desorganização e reduz o poder de negociação política. Para os eleitores timbirenses, o cenário é de expectativa: muitos aguardam definições mais claras até o período oficial de campanha, mas já percebem que a disputa será acirrada.
Com apenas sete meses até as eleições, o desafio da oposição em Timbiras será decidir se mantém múltiplos candidatos ou se busca convergência em torno de um único nome capaz de enfrentar os governistas com maior competitividade.
A metáfora da “taça sempre dividida” traduz bem o cenário político timbirense, onde diferentes grupos disputam espaço entre si, enfraquecendo o bloco oposicionista.
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Foi do ministro Flávio Dino a determinação do Supremo Tribunal Federal que afastou nesta quarta-feira (4) o prefeito de Macapá, Dr. Furlan, e o vice-prefeito Mario Neto. A medida foi adotada no âmbito da segunda fase da Operação Paroxismo, conduzida pela Polícia Federal para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de fraude em licitação na Secretaria Municipal de Saúde da capital amapaense.
Segundo a investigação, há indícios de direcionamento de licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos relacionados ao projeto de engenharia e à execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. A operação cumpre 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá (AP), Belém (PA) e Natal (RN).
Dr. Furlan aparece como favorito para o governo do Amapá nas eleições deste ano Pesquisa recente do instituto Real Time Big Data aponta o emedebista com 66% das intenções de voto, à frente do atual governador Clécio Luís, que registra 29%.
No mesmo levantamento, a primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan, também lidera a disputa por uma vaga no Senado, com 33% das intenções de voto.
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O deputado estadual Wellington do Curso afirmou nesta quarta-feira (4) que recebeu diversas denúncias de professores e servidores públicos sobre possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Fundeb no município de Tuntum, administrado pelo prefeito Fernando Pessoa. Segundo o parlamentar, os relatos indicariam que verbas destinadas à educação estariam sendo utilizadas de forma irregular.
De acordo com Wellington, ex-prefeitos, ex-vice-prefeitos e lideranças políticas de vários municípios estariam recebendo salários ilegalmente como contratados em Tuntum em troca de apoio político.
“Nós já temos relatório da possibilidade também da esposa de um delegado de polícia da região, de ex-vereador em São Luís, de lideranças políticas em São Luís. E assim em vários municípios (…) Denúncias graves. Foi o caso do ex-prefeito da cidade de Rosário e sua esposa, recebendo da folha de pagamento de Tuntum, sem nem ter pisado na cidade de Tuntum. Da mesma forma, lideranças políticas nas cidades de Bacabeira, São Raimundo das Mangabeiras, São João Batista, São Vicente Férrer e de vários municípios do interior do Maranhão”, afirmou o parlamentar.
Wellington informou ainda que pretende formalizar denúncias aos órgãos de controle e fiscalização, como Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Ministério Público Federal, Polícia Federal e Ministério Público do Estado do Maranhão.
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Globo.com
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Vorcaro, morreu nesta quarta-feira (4). Ele estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado depois de ser encontrado desacordado na cela em que estava na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais. Segundo a PF, ele se suicidou na prisão e a morte encefálica foi constatada no hospital.
“Sicário” foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. Também foi preso na mesma operação Daniel Vorcaro, banqueiro apontado como chefe da organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.
Uma investigação interna será aberta pela Polícia Federal para apurar o caso e vídeos que mostram a dinâmica do que aconteceu serão entregues ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF).
A PF disse que policiais iniciaram procedimento de reanimação e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que encaminhou “Sicário” para o hospital.
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Começa nesta quinta-feira (5) a janela partidária em todo o país. Até 3 de abril, deputados estaduais e federais poderão trocar de legenda sem risco de perder o mandato. No Maranhão, o período marca oficialmente o início da temporada de rearranjos políticos e deve mexer na composição da Assembleia Legislativa.
MDB no centro do tabuleiro
O MDB, liderado por Orleans Brandão, pré-candidato ao Governo do Maranhão, entra nesse processo como peça-chave. Hoje com 10 deputados estaduais, a legenda é vista como o porto mais seguro para quem busca estrutura, musculatura eleitoral e proximidade com o Palácio dos Leões. Mesmo com a possibilidade de uma ou outra saída pontual, o partido tende a sair fortalecido.
Há uma estratégia clara de consolidação do MDB como maior bancada da Casa. A construção passa por articulações políticas de peso e pela montagem de chapas competitivas tanto para estadual quanto para federal.
Neste cenário, a atuação da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, e do governador Carlos Brandão, tem sido fundamental. Juntos, eles coordenam um processo de reorganização partidária que prioriza a manutenção da base aliada e a viabilidade eleitoral de todos os grupos que compõem o arco de sustentação do governo.
✅ CONTINUAM NO MESMO PARTIDO
MDB
Adelmo Soares
Andreia M. Rezende
Antônio Pereira
Daniella
Davi Brandão
Florêncio Neto
Francisco Nagib
Kekê Teixeira
Ricardo Arruda
PL
Aluízio Santos
Cláudio Cunha
João Batista Segundo
Solange Almeida
Fabiana Vilar
PP
Arnaldo Melo
Catulé Júnior
PSB
Carlos Lula
Fernando Braide
Leandro Bello
Othelino Neto
PCdoB
Júlio Mendonça
Rodrigo Lago
Podemos
Júnior Cascaria
PRD
Guilherme Paz
Edna Silva ( não irá disputar)
União Brasil
Neto Evangelista
VÃO MUDAR DE PARTIDO
Ana do Gás (PCdoB) → deve ir para o Republicanos
Janaina (Republicanos) → deve ir para o Podemos
Ricardo Rios (PCdoB) → deve ir para o PSB
Abigail Cunha (PL) → deve ir para o MDB
Dr. Yglésio (PRTB) → deve ir para o PRD
Júnior França (PP) – Não será candidato; quem disputará é França do Macaquinho, sua esposa, que deve ir para o PRD
VÃO SAIR, MAS SEM PARTIDO DEFINIDO
Ariston (Mobiliza)
Cláudia Coutinho (PDT)
Dra. Helena Duailibe (PP)
Dra. Vivianne (PDT)
Eric Costa (PSD)
Osmar Filho (PDT)
Glalbert Cutrim (PDT)
Mical Damasceno (PSD) – vai sair para o Senado, sem definição de novo partido
❓ INDEFINIDOS
Iracema Vale (MDB) –
Indefinido se sai do MDB
Caso saia, deve ir para o PT
Indefinição também sobre disputa: estadual, federal, Senado ou Governo
Edson Araújo (sem partido) – investigado na CPMI do INSS, segue sem rumo
Wellington do Curso (sem partido) – ainda sem definição
Disputa por “fazer número”
Nos bastidores, partidos menores tentam montar chapas com nomes de menor densidade eleitoral apenas para atingir número mínimo e viabilizar candidaturas majoritárias ou federais. É uma estratégia conhecida: preencher nominatas para garantir sobrevivência partidária.
A janela partidária, portanto, não é apenas troca de sigla. É cálculo eleitoral, sobrevivência política e posicionamento para 2026.
Até 3 de abril, o cenário ainda pode mudar. Mas uma coisa já é clara: a corrida por espaço começou oficialmente — e ninguém quer ficar para trás.
Vamos aguardar!.
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Banqueiro foi transferido para prisão estadual em Guarulhos
A Justiça Federal em São Paulo manteve nesta quarta-feira (4) a prisão do banqueiro e empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e determinou que ele seja encaminhado diretamente ao sistema prisional estadual.
Depois de ter sido preso pela manhã e encaminhado à sede da superintendência da Polícia Federal em São Paulo, na capital paulista, Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, passaram por uma audiência de custódia na Justiça Federal.
Eles deixaram a Superintendência da Polícia Federal em uma viatura descaracterizada, por volta das 14h, e foram encaminhados à Justiça Federal, onde o juiz avaliou a legalidade e a necessidade da prisão.
O magistrado também verificou, como é o costume em uma audiência de custódia, se houve sinais de tortura e maus-tratos.
Nessa audiência, que terminou por volta das 16h, o juiz manteve a prisão de ambos, e eles foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) 2 de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.
A transferência de Vorcaro para um presídio estadual foi uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a pedido da PF.
De acordo com a corporação, as instalações de sua superintendência na capital paulista, onde ele estava detido, não tinham estrutura para manter presos preventivamente e servem apenas como unidade de trânsito de detentos.
Operação Compliance Zero
As prisões de Vorcaro e de seu cunhado foram cumpridas na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, além de um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos.
A operação apura fraudes bilionárias no Banco Master, que causaram um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos para o ressarcimento a investidores. No ano passado, o empresário também foi alvo de um mandado de prisão, mas ganhou direito à liberdade provisória, mediante uso de tornozeleira eletrônica.
A nova prisão foi fundamentada em mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da operação. Nas mensagens, Vorcaro ameaça jornalistas e pessoas que teriam contrariado seus interesses.
Defesa
Em nota à imprensa, a defesa de Daniel Vorcaro disse que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades e colaborou com as investigações. Os advogados também negaram as acusações de intimidação atribuídas pela PF ao banqueiro.
“A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta. Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições”, disseram os advogados.
A defesa de Zettel também informou que seu cliente já se apresentou à Polícia Federal e está inteiramente à disposição das autoridades.
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Em um movimento que consolida a reorganização da direita no Nordeste, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou o deputado estadual maranhense Yglésio Moises como o coordenador de sua futura campanha presidencial no estado do Maranhão. O anúncio ocorreu durante um encontro entre os parlamentares na capital federal, reforçando os laços entre o “clã Bolsonaro” e o parlamentar maranhense.
No vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro destacou o histórico de Yglésio na Assembleia Legislativa do Maranhão, descrevendo-o como um aliado de longa data que está “no combate firme e forte contra a esquerda”. O senador elencou problemas históricos do estado, como índices de pobreza e falta de saneamento, para justificar a necessidade de uma nova alternativa política para a região.
“O Yglésio defende as bandeiras de Deus, Pátria, Família e Liberdade. Fico muito feliz de estar contigo mais uma vez aqui em Brasília”, afirmou Flávio, selando o acordo com um aperto de mãos.
Yglésio Moises reafirmou sua lealdade ao grupo político liderado por Jair Bolsonaro, a quem se referiu como “o maior presidente que o Brasil já teve”. O deputado destacou a “energia forte” do encontro e prometeu empenho total no resgate do Maranhão através do projeto bolsonarista.
”Não tenho dúvida de que vamos vencer essa eleição. Vamos para cima, vamos resgatar o Maranhão”, declarou o deputado estadual, sinalizando que a estratégia de campanha no estado será pautada pelo enfrentamento direto ao grupo político que atualmente domina o Maranhão e o Governo Federal.
A escolha de Yglésio não é por acaso. O deputado tem se destacado como uma das vozes mais estridentes da oposição conservadora no Maranhão, utilizando as redes sociais e a tribuna para criticar a gestão estadual e o governo Lula. Ao assumir a coordenação da campanha presencial, ele se torna o principal interlocutor de Flávio Bolsonaro no estado.
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Uma representação protocolada contra a Prefeitura de Cantanhede, administrada pelo prefeito Zé Martinho, o Kabão, aponta suspeitas de irregularidades em uma licitação milionária. A denúncia questiona a habilitação da cooperativa SERVCOOP, que teria vencido o certame de R$ 16 milhões mesmo possuindo patrimônio líquido declarado de apenas R$ 2 mil. Pesam ainda contra a empresa supostas ligações com um secretário municipal, denúncias trabalhistas e possível fraude previdenciária.
A cooperativa, cujo patrimônio não chega perto dos R$ 1.641.728,64 do mínimo exigido, foi declarada vencedora em processos relacionados à terceirização de mão de obra. No Pregão Eletrônico nº 001/2022, por exemplo, a SERVCOOP aparece como vencedora com valor superior a R$ 10 milhões para prestação de serviços ao município.
Posteriormente, um novo procedimento licitatório com objeto semelhante também foi aberto. O Pregão Eletrônico nº 010/2024 prevê a contratação de empresa especializada para terceirização de mão de obra destinada a atender diversas secretarias municipais.
A representação também aponta possível conflito de interesses, citando suposto vínculo familiar entre o representante da cooperativa e o secretário de Finanças do município, responsável pela ordenação de despesas. Suspeitas de irregularidades trabalhistas e previdenciárias, incluindo a possibilidade de cooperados manterem registros de trabalho ocultos para continuar recebendo o seguro defeso, também cercam a empresa.
O caso está nas mãos do Ministério Público Federal, Ministério Público do Maranhão e Tribunal de Contas do Estado para apuração.
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Alerta é do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis
O aprofundamento do conflito bélico no Oriente Médio pode alterar mercado de óleo e gás, principalmente, por causa do fechamento do Estreito de Ormuz, alerta, em nota, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
Por lá, circulam diariamente cerca de 25% do petróleo exportado mundialmente, além de volumes expressivos de gás natural de países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Omã.
Para o instituto, um dos reflexos esperados dessa situação é a alteração do nível dos preços do petróleo e do gás natural. Além disso, eventuais bloqueios ou ataques à infraestrutura da região podem causar severas interrupções, ao atingir prioritariamente o abastecimento de grandes economias asiáticas como China, Índia e Japão.
“A perda de competitividade dessas economias e a pressão sobre os preços do petróleo e gás natural são consequências diretas caso as hostilidades se prolonguem.”
Nesse cenário, o Brasil se apresenta como um fornecedor seguro e confiável em um ambiente de negócios estável. O país pode ainda, segundo a entidade, “oferecer um petróleo de excelente qualidade, com baixo teor de enxofre e baixa emissão de carbono”.
O Brasil vem ampliando sua produção, além de ser o 9º maior exportador mundial e destinar 67% de seu volume exportado de petróleo para a Ásia.





