Já estão abertas as inscrições para o Enem 2021

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 já estão abertas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abriu as inscrições no dia 30 de junho e encerram-nas no dia 14 de julho de 2021.

Os estudantes podem realizar sua candidatura na Página do Participante, para aqueles que não conseguiram à isenção da taxa de inscrição devem pagar a taxa de R$ 85, até 19 de julho de 2021.

O Brasil tem a maior despesa por parlamentar quando comparado à renda média do país, é a nação que mais gasta com financiamento público de partidos políticos e é o que tem o maior número de agremiações partidárias. As constatações fazem parte de um estudo dos pesquisadores Luciano Irineu de Castro, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada; Odilon Câmara, da Universidade do Sul da Califórnia;  e Sebastião Oliveira, da Universidade de Brasília.

O trabalho dos pesquisadores será apresentado nesta segunda-feira no Simpósio Interdisciplinar sobre o Sistema Político Brasileiro. O estudo analisou os gastos do Congresso e os comparou com os de outras 33 democracias, incluindo países da Europa, das Américas e da África.

— Fizemos um recorte de países com história de instituições democráticas longas. A gente limitou os países porque não é fácil conseguir essas informações — explicou Castro.

Para apurar os dados de orçamento por parlamentar, os pesquisadores calcularam o Orçamento total alocado ao Poder Legislativo federal de cada país da amostra e os dividiram pelo número de parlamentares nos respectivos países. Em seguida, dividiram o resultado pela renda média do país.

O Brasil aparece em primeiro lugar da lista, apresentando um orçamento anual por parlamentar de US$ 5 milhões (R$ 24,7 milhões). O valor é 528 vezes maior do que a renda média da população, de US$ 9.500 (R$ 46.943), de acordo com o estudo.

A Argentina está em segundo lugar, com uma proporção menor que a metade da brasileira. Excluindo o Brasil, a proporção média nos demais países equivale a 40 vezes a renda média das populações.

— A ideia de dividir pela renda média é porque, em tese, um país mais rico poderia gastar mais com seus parlamentares e também para ter uma base de comparação entre países pobres e ricos — disse Castro.

O financiamento público de campanhas e de partidos também foi analisado pelos pesquisadores. Juntos, os partidos políticos brasileiros recebem, em média, US$ 446 milhões por ano (R$ 2,2 bilhões). O México vem em segundo lugar, com US$ 307 milhões (R$ 1,5 bilhão). Excluindo o Brasil, a média da amostra é de US$ 65,4 milhões (R$ 323 milhões).

Nos últimos anos, as questões da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passaram por mudanças que exigem mais conhecimentos sobre atualidades, porém, ainda sim, manteve uma das suas características marcantes, a interdisciplinaridade, isto é, as questões possuem relações entre duas ou mais disciplinas ou áreas do conhecimento.

As questões no Enem são apresentadas dentro de quatro áreas de conhecimento que são: Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias.

Ainda assim, diante das mudanças na abordagem das questões, há alguns temas que continuam presentes em todas as edições e, por isso, exigem atenção do candidato na hora de estudar.

História no Enem

O professor e historiador Ricardo Carvalho, que há cerca de 40 anos se dedica à carreira de docente, sinaliza que na disciplina de História há temas que são recorrentes, como: Brasil Colônia e suas características; as revoluções burguesas e as ideologias que estão relacionadas a elas; os movimentos liberais; as revoluções tecnológicas, em particular a Revolução Industrial e todas as suas fases – “esse é o tema que mais cai nas provas em todos os anos”, destaca o professor.

O docente ressalta também que o estudante precisa ter muita atenção pra Brasil República e os movimentos sociais. “Embora a prova tenha mudado de característica nos últimos três anos, se transformando em uma prova mais factual, não colocou de lado os movimentos sociais. A prova deixou de ter questões mais críticas para ter abordagens mais conteudistas”, explica o professor Ricardo.

Aprendizagem remota

A pandemia estimulou o surgimento de propostas de cursos remotos. Para o professor Ricardo Carvalho, os cursos on-line e sites com bons conteúdos são opções interessantes. “Sempre sugiro ao estudante que ele busque cursos com aulas ao vivo, apostilas, listas de exercícios, simulados”, pontua. Nesse quesito, o Me Explica!Guia Enem e TVEnem são opções úteis para quem busca estudar de forma independente por meio da internet.

Hora de revisar 

Os conteúdos que são fundamentais serem revisados de uma forma mais intensa e mais próxima da prova são os temas mais difíceis. Dentre os assuntos de História, o professor Ricardo destaca quais temas merecem atenção extra no momento da revisão, sendo eles: Era Vargas; Terceira Revolução Industrial; as duas guerras mundiais, em especial a Segunda Guerra Mundial; a geopolítica e os conflitos do mundo contemporâneo; Oriente Médio e as tensões pós-Guerra Fria e os conflitos soviéticos.

Uma leitura que precisa ser feita sobre a pesquisa Escutec, divulgada no fim de semana pelo jornal O Estado do Maranhão, é que uma unidade de oposicionistas pode impor uma nova derrota ao grupo político de Flávio Dino, agora em 2022.

A ex-governadora Roseana Sarney, que não pretende disputar a eleição para o Executivo, é quem lidera todos os levantamentos. Sendo assim, será fundamental em comandar esse processo de unidade da Oposição.

A Oposição deve ganhar um novo e fortíssimo aliado, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, que deixou o PDT e deve ser anunciado no PSD, partido comandado pelo deputado federal Edilázio Júnior.

Edivaldo tem sido uma grata surpresa nas pesquisas, já que mesmo sem atravessar o Estreito dos Mosquitos e sem jamais ter dito que disputaria o Palácio dos Leões, vai pontuando bem.

O ex-prefeito da capital, no cenário espontâneo da pesquisa Escutec, onde não são apresentados nomes aos eleitores, aparece em terceiro, mas que na realidade é primeiro, já que os dois que estão na sua frente são Roseana e o governador Flávio Dino. Uma não deve disputar e o outro não pode. No cenário estimulado, Edivaldo aparece em terceiro, atrás de Roseana que lidera com folga, mas praticamente empatado com o senador Weverton Rocha (PDT).

Além disso, é preciso lembrar que o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), não é do grupo político de Flávio Dino. Braide ainda pelo efeito do pleito eleitoral do ano passado e pelo excelente início de gestão, transformando São Luís na capital brasileira da vacinação, é outro nome decisivo para as eleições do ano que vem. O prefeito já disse que não vai disputar este ano o Governo do Maranhão, mas um apoio seu será fundamental para o pleito, afinal a capital sempre tem um peso diferenciado nas eleições estaduais.

Uma solenidade em frente a Prefeitura de Caxias marca nesta segunda-feira (5), a lembrança da emancipação política da ‘Princesa do Sertão’. Caxias é uma das cidades mais importantes do Maranhão, berço de grandes nomes da cultura, literatura e história, e agora também do turismo.

Ambiente da Guerra da Balaiada, a cidade tem muito a ser explorada e uma das datas mais relevantes a serem celebradas é o 5 de julho, dia em que Caxias é elevada à categoria de cidade. Distante 360 km da capital São Luís, e com a população acima de 160 mil habitantes, Caxias, que é berço de Vespasiano Ramos, Coelho Neto e Gonçalves Dias, completa 185 anos de emancipação política.

A celebração da data, representa uma valorização da história da cidade, em que a gestão municipal diz para Caxias, para o Maranhão, o Brasil e ao mundo, que também celebra o aniversário da cidade.

Emancipação Política

Os documentos históricos dão conta que Caxias só é elevada a categoria de cidade, 13 anos depois de aderir à Independência, em 5 de julho de 1836. Caxias se transforma em cidade por força de uma lei provincial, mas desde 1811, já demonstrava grande progresso comercial, educacional, político e administrativo. Estes foram alguns dos motivos que levaram à emancipação política.

A Lei Provincial nº 24 assinada pelo presidente da província, Salvador da Costa Oliveira, tornou Caxias uma cidade na data de 5 de julho de 1836, data a partir da qual, tem essa denominação.

Adesão à Independência do Brasil

O 5 de julho, não deve ser confundido com o 1º de agosto, data que representa a Adesão de Caxias à Independência do Brasil, fato que acontece por uma imposição militar que adentra a então Vila de Caxias em 1823.

Em 2021, Caxias celebra no dia 1º de agosto, 198 anos de Adesão à Independência do Brasil. A ‘Princesa do Sertão’ foi um dos maiores focos de resistência Portuguesa no Maranhão, enquanto São Luís aderiu à Independência em 28 de julho de 1823.

A ‘Princesa do Sertão’ na figura do tenente português João José da Cunha Fidié (comendador da Ordem de Avis e diretor do Colégio Militar) resistiu até as últimas consequências, até ser preso em um sobrado, onde hoje está situada a Praça Gonçalves Dias.

Foi pelo Morro do Alecrim ou Morro das Tabocas que as tropas do exército brasileiro invadiram Caxias, e pela Rua 1º de Agosto, chamada na época de Caminho dos Jesuítas, que os soldados chegaram à Igreja da Matriz. Terminando assim a resistência de quase um ano ao governo de Dom Pedro I, tendo em vista que o Brasil havia decretado independência de Portugal um ano antes.

Na obra “Caxias das Aldeias Altas” (subsídios para sua história) de Milson Coutinho, em sua 2ª edição publicada em 2005, o historiador afirma que apesar da entrada das tropas brasileiras em Caxias ter ocorrido no dia 1º de agosto de 1823, somente no dia 7 de agosto de 1823 a cidade adere de fato à independência.

Esse ato é marcado principalmente por uma reunião que representa o Auto de Juramento à Independência ocorrida na Igreja da Matriz. Caxias era chamada à época de “Caxias das Aldeias Altas do Maranhão”. Nessa reunião, estavam presentes representantes da Câmara Municipal, do clero, da nobreza e do povo.

O ato foi uma convocação da “Exmª Junta da Delegação Expedicionária do Ceará e Pihahuhi”, afirma o historiador Milson Coutinho. Neste ato, foi dito ainda na presença do comandante e chefe do exército, José Pereira Filgueiras, que a cidade de Caxias se tornou independente.

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (sem partido), apareceu bem nas últimas pesquisas dos institutos Exata e Escutec.

Mesmo sem partido e sem iniciar gestos mais consistentes de pré-campanha, Edivaldo aparece com dois dígitos nos levantamentos.

Após sair de dois mandatos na Prefeitura de São Luís, Holandinha ainda usufrui de certo “recall eleitoral”.

Mais conhecido na região metropolitana, falta a Holandinha mais presença no interior do estado. Alguns interlocutores apostam que o político deve investir em agendas mais municipais daqui pra frente, o que pode ampliar sua participação no debate e na disputa pelo governo.

A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney, foi eleita por unanimidade, na manhã desta sexta-feira (2), como presidente estadual do partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB), no Maranhão. O ex-senador João Alberto passou a coroa para a “guerreira do povo”.

Roseana fez um discurso de unidade e fortalecimento da sigla, conduzirá os rumos da legenda para as eleições de 2022.

O deputado estadual Roberto Costa foi eleito como primeiro vice-presidente do diretório estadual do MDB. Quem também integra a nova direção da legenda são os deputados federais Hildo Rocha e João Marcelo.

A eleição foi realizada por voto direto e discreto. Para o Diretório Estadual foram eleitos 45 membros e 15 suplentes. Também foram eleitos 10 delegados e suplente à Convenção Nacional do MDB, além de eleita a Comissão de Ética e Disciplina e seus suplentes e a Comissão Executiva e o Conselho Fiscal da sigla no estado.

No total, 75 delegados votaram no pleito, sendo 64 de forma presencial e 11 na plataforma virtual. Todos os votos foram favoráveis à chapa de Roseana Sarney. Não houve, portanto, registro de votos negativos, brancos ou nulos.

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB) sequer assumiu o comando do Palácio dos Leões e já começou a fazer estrago nas bases de Weverton Roch (PDT).

Exemplo é o ex-deputado Stenio Rezende um dos dirigentes estaduais do partido Democratas. O experiente político é marido da deputada estadual Andrea Rezende (DEM).

Stenio não apenas esteve na cidade de São Mateus no dia de ontem (02) no ato que concentrou dezenas de políticos em favor do nome de Carlos Brandão visando as eleições 2022, como fez questão de posar para foto abraçado com o vice-governador Brandão e ainda publicou em suas redes sociais deixando claro seu posicionamento.

“Ainda durante as inaugurações hoje em São Mateus, tive a satisfação de encontrar com o amigo e vice-governador Carlos Brandão com o presidente da Câmara de Alto Algre do Maranhão, vereador Léo da Caxuxa Leo Spinosa e a vice-prefeita de Alto Alegre do MA, Teca Jansen Teca Jansem”, destacou o ex-deputado.

Stenio Rezende é tio do deputado federal Juscelino Rezende, presidente estadual do DEM e aliado de primeira hora do senador Weverton Rocha.

Pelo andar da carruagem, o último que sair apaga a luz…

Não foi nenhuma surpresa o bom desempenho da ex-governadora Roseana Sarney, na pesquisa Escutec, para o Governo do Maranhão, afinal pesa bastante o recall de já ter sido a comandante do estado em quatro oportunidades.

As maiores surpresas no levantamento foram os números do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, e do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Edivaldo, que nem aparecido em público tem, está recluso na pandemia, e jamais deu qualquer declaração que pretende disputar o Governo do Maranhão, simplesmente apareceu na terceira colocação no cenário com a presença de Roseana, e em segundo lugar no cenário sem Roseana.

O detalhe é que em ambos os cenários está muito próximo do senador Weverton Rocha (PDT). Com Roseana, Weverton tem 14% e Edivaldo 12%, já sem a ex-governadora, o pedetista teria 22% e o ex-prefeito 18%.

Além disso, na pesquisa espontânea, onde não são apresentados os nomes dos candidatos, Edivaldo aparece em terceiro lugar com 5%, atrás apenas de Roseana com 11%, que não deve disputar o Governo do Maranhão, e o governador Flávio Dino (PSB) com 6%, que não pode se reeleger mais uma vez.

E esse bom desempenho sem Edivaldo nem se manifestar e muito menos ter iniciado uma campanha, já que ainda nem oficializou o seu partido, que deverá ser o PSD, como o Blog antecipou (reveja).

Brandão – Já o vice-governador Carlos Brandão, que também tem sempre deixado claro que o momento não é de pensar em eleição, mas sim em trabalhar pelo Maranhão e pelos maranhenses, em especial no enfrentamento da pandemia, também já pontua bem.

Mesmo sem ainda se movimentar para a disputa pelo Governo do Maranhão, Brandão já chegou a dois dígitos e pontuou com 10% no cenário com Roseana e chegou a 14% no cenário sem a ex-governadora.

E tudo isso sem assumir o Governo do Maranhão, o que acontecerá em abril do ano que vem, seis meses antes do pleito, onde Brandão comandará o estado e terá todas as condições de se fortalecer politicamente.

É aguardar e conferir, mas o desempenho de Edivaldo e Brandão é  digno de registro.

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PM DE TIMBIRAS

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