Cantor maranhense vira febre com música do Carpinteiro e atinge top do Spotify

Já não é mais nenhuma novidade que as redes sociais transformaram-se em uma ferramenta fundamental para a divulgação de qualquer negócio, sejam produtos ou hits.

Nos dias atuais, ter uma dancinha de sucesso transformada em um “challenge”, tipo de desafio coreográfico na rede, pode ser o “empurrãozinho” que qualquer artista desconhecido precisa para alavancar a carreira. Foi o que aconteceu com o maranhense Elias Monkbel, que viralizou nas redes e hoje é considerado um fenômeno em todo o Brasil.

Conhecido como o “Imperador da Seresta”, Monkbel atingiu o 3°lugar do Top Viral Global do Spotify após famosos, artistas, crianças e jovens de todas as idades imitarem coreografias dos hits Cabecinha no ombro e Melô do carpinteiro, sucesso gravado originalmente por Ronnie Von, em 1967.

Sobre a readaptação da música, Ronnie Von afirmou que a nova versão traz muita diversão, alegria e prestigia as pessoas da sua idade.

O artista também já conquista espaço nas emissoras de TV. Nesta sexta-feira (23), Elias concedeu entrevista a emissoras de rádio e TV de São Luís. Ele também esteve em São Paulo, onde participou do programa do apresentador  Rodrigo Faro. A entrevista vai ao ar neste domingo (25).

Nesta sexta-feira (23), o Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou por meio de suas redes sociais, o pagamento dos servidores estaduais relativo ao mês de abril de 2022.

Conforme o governador, no dia 29 de abril quem irão receber são os aposentados e pensionistas do estado. Enquanto no dia 30 de abril serão os servidores da área da administração direta e indireta do Estado.

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, avalia três partidos para se filiar de olho na disputa pela reeleição nas eleições 2022.

De acordo com Flávio, estão na mira os partidos Patriota, PMB e DC, mas o objetivo maior é ter apoio formal e que Bolsonaro tenha influência nos diretórios estaduais da nova legenda.

Políticos maranhenses já vivem a expectativa para a nova filiação de Bolsonaro.

O mais interessado é o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), que tem o comando do Patriota no Maranhão e sonha com a ida do presidente ao partido.

Na conta do Moral da BR, se Bolsonaro se filiar ao Patriota, ele terá a chance de ser o candidato do presidente ao governo do Maranhão.

Já dirigentes dos nanicos DC e PMB projetam um crescimento do partido no estado.

O presidente nacional do PSD Gilberto Kassab admitiu hoje um distanciamento do partido com o governo Bolsonaro, e abriu brecha para uma conversa futura com outros candidatos em 2022, leia-se Lula.

Com cargos importantes na atual gestão do Palácio do Planalto, Kassab se afasta de Bolsonaro ao pregar independência. O fato é comprovado com a intenção do partido em ter candidato nas eleições do ano que vem.

A fala do comandante do PSD insinua a abertura de diálogo com qualquer candidato, inclusive o ex-presidente Lula. Sobretudo pelo fato de Kassab não acreditar que Bolsonaro vá para o segundo turno.

A mudança de postura do PSD Nacional deve impactar diretamente na composição do diretório do partido no Maranhão, que é comandado pelo bolsonarista Edilázio Júnior.

Ainda passará muita água debaixo dessa ponte.

A bancada do Maranhão votou bastante dividida ao apreciar o PL 5595/20, que prevê a reabertura de escolas e faculdades durante a pandemia.

A proposta acabou aprovada após sete horas de votação no Plenário da Câmara dos Deputados.

A proposta proíbe a suspensão de aulas presenciais durante pandemias e calamidades públicas, exceto se houver critérios técnicos e científicos justificados pelo Poder Executivo quanto às condições sanitárias do estado ou município.

A relatora do texto, deputado Joice Hasselmann (PSL-SP), incorporou emendas que estabelecem protocolos para o retorno escolar. Ela destacou que muitas crianças da periferia, fora da escola, não têm alimentação adequada e não estão necessariamente isoladas.

Dos 18 deputados do Maranhão, 13 votara – sete a favor, e seis contra – e cinco deixaram de votar.

A favor do projeto
• Aluísio Mendes (PSC)
• André Fufuca (PP)
• Cléber Verde (Republicanos)
• João Marcelo (MDB)
• Josivaldo JP (Podemos)
• Júnior Lourenço (PL)
• Pastor Gil (PL)

Contra o projeto
• Bira do Pindaré (PSB)
• Gastão Vieira (PROS)
• Gil Cutrim (Republicanos)
• Hildo Rocha (MDB)
• Pedro Lucas Fernandes (PTB)
• Zé Carlos (PT)

Os bancários maranhenses já começam a discutir a deflagração de uma GREVE GERAL SANITÁRIA em defesa da saúde e da vida da categoria e da população no Maranhão.

Desde janeiro de 2021, o SEEB-MA tem solicitado a todas as esferas do poder público – municipal, estadual e federal – que os bancários sejam incluídos no grupo de vacinação prioritária contra a Covid-19. Afinal, a categoria exerce atividade essencial e não parou de trabalhar presencialmente durante a pandemia.

Além disso, tem atuado na linha de frente da crise, em agências fechadas, sem ventilação natural, com aglomerações e alto risco de contágio pelo coronavírus, a fim de pagar o auxílio emergencial e evitar o colapso econômico-social do país. Vale ressaltar que o Governo Flávio Dino já incluiu diversas categoria na lista de imunização prioritária, mas excluiu os trabalhadores dos bancos, o que tem contribuído para o aumento do número de óbitos no Estado.

Para se ter ideia, nos últimos meses, 14 bancários tombaram vítimas da Covid-19, além de milhares de maranhenses, que podem ter se contaminado nos bancos, um dos locais mais perigosos para a transmissão do vírus, segundo o médico especialista em doenças infecciosas da UFES, Crispim Cerutti.

“Desde o início, cobramos do Governo Federal um lockdown nacional e, sobretudo, a vacinação em massa e gratuita para todos os brasileiros. Diante da omissão do presidente e do aumento do número de casos e óbitos, recorremos ao governador e aos prefeitos do Maranhão para garantirem a vacina não só para os outros trabalhadores, mas também, para os bancários, devido às peculiaridades já citadas da categoria, a fim de salvar vidas e evitar o colapso do sistema de saúde. Caso, nos próximos dias, não haja uma resposta satisfatória e definitiva do poder público a respeito do pleito da categoria, não restará alternativa a não ser a deflagração de uma GREVE GERAL SANITÁRIA dos trabalhadores dos bancos. Os preparativos já começaram. Vamos à luta” – afirmou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.

O Dia do DESCOBRIMENTO DO BRASIL é comemorado em 22 DE ABRIL. Esta data marca a chegada dos navegadores portugueses ao território brasileiro pela primeira vez, no ano de 1500.
Oficialmente, o descobridor do Brasil foi PEDRO ÁLVARES CABRAL, pois era o chefe da expedição que chegou às terras brasileiras. Entretanto, o termo é usado apenas como referência, já que quando os portugueses chegaram o país era habitado por várias comunidades indígenas, estima-se que existiam no Brasil aproximadamente cinco milhões de índios naquela época.

A CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL.

Segundo relatos históricos, os portugueses chegaram ao Brasil em suas embarcações, onde conhecemos hoje como a cidade de Porto Seguro na Bahia. Eles partiram de Lisboa, em Portugal no dia 09 de março de 1500 pelo rio Tejo com dois objetivos principais: tratados comerciais com a Índia e explorar as terras onde seria a América.
Sob o comando de Pedro Álvares Cabral, com 13 embarcações e cerca de 1500 homens, em 22 DE ABRIL DE 1500 foi avistado o Monte Pascoal pertencente ao território brasileiro. O encontro entre portugueses e os índios houve um verdadeiro choque cultural.
No início, o objetivo dos portugueses era catequizar os índios, mas depois iniciou-se o processo de colonização do Brasil e extração das matérias-primas do país, como o pau-brasil.

CARTA DE PÊRO VAZ DE CAMINHA.

O rei de Portugal na época, D. Manoel I, foi informado da descoberta através da carta de Pêro Vaz de Caminha.
Na carta, Pêro Vaz de Caminha descreve a terra, os índios, a primeira troca de presentes entre eles, e a primeira Missa celebrada em território brasileiro, em 26 de abril.
A data 22 de abril só foi oficializada em 1930 no Governo de Getúlio Vargas, quando a data também deixou de ser feriado pelo decreto número 19.488.

O projeto que prevê a reabertura de escolas e faculdades durante a pandemia (PL 5595/20) foi alvo de disputa durante sete horas de votação no Plenário da Câmara dos Deputados. Aprovado pelos parlamentares, o texto torna educação básica e superior serviços essenciais – aqueles que não podem ser interrompidos durante a pandemia. O projeto seguirá para o Senado.

A proposta proíbe a suspensão de aulas presenciais durante pandemias e calamidades públicas, exceto se houver critérios técnicos e científicos justificados pelo Poder Executivo quanto às condições sanitárias do estado ou município.

A relatora do texto, deputado Joice Hasselmann (PSL-SP), incorporou emendas que estabelecem protocolos para o retorno escolar. Ela destacou que muitas crianças da periferia, fora da escola, não têm alimentação adequada e não estão necessariamente isoladas.

“Alguém realmente acha que a escola é um local menos adequado que essas comunidades, onde as crianças, muitas vezes, passam os dias empilhadas, ou em creches e escolinhas clandestinas? Porque os pais têm que trabalhar de alguma forma. Então, se nós queremos cuidar das nossas crianças, elas têm que estar na escola”, afirmou.

A deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) também defendeu a medida. Ela destacou que os protocolos para o retorno seguro às aulas presenciais já foram definidos pelo Ministério da Educação.

“Este projeto é de suma importância para a vida do cidadão brasileiro. Para aquela mãe ou para aquele pai que não tem onde deixar o seu filho. Para aquela mãe ou aquele pai que é analfabeto e que não pode colaborar com a educação domiciliar. Para aquele pai ou aquela mãe que não tem conexão, computador e, como muitos disseram aqui, não tem água nem luz às vezes”, afirmou.

Autora da proposta, a deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) também destacou que o texto foi alterado para garantir segurança. “O PCdoB pediu para que inserisse protocolo, a deputada Joice colocou. Outro partido pediu para colocar priorização da vacina, a deputada Joice colocou”, destacou.

Em entrevista concedida à rede de televisão CNN Brasil, o líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Ricardo Barros (PP/PR), disse que não existe conectividade nas escolas brasileiras porque não existe demanda, já que as escolas não pedem a conectividade, e ainda falou que somente os(as) professores(as) não estão trabalhando durante a pandemia e que diretores de escola não entendem de informática.

Os argumentos usados pelo parlamentar causam um misto de vergonha alheia e repúdio, ainda mais se tratando de um líder do governo federal. Vergonha alheia pelo fato do deputado não conhecer o básico da vida de uma escola, dos trabalhos exercidos por um professor e da educação como um todo. E repúdio pelas mentiras e ataques desferidos a uma categoria que merece respeito e admiração; afinal de contas, é devido ao trabalho dos(as) educadores(as) que um cidadão pode almejar uma vida melhor e ajudar no crescimento e desenvolvimento de uma nação.

A ignorância deste deputado é tamanha que não consegue perceber o quanto os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais trabalharam e tem trabalhado durante a pandemia. Apesar de não estarmos trabalhando presencialmente, temos realizado várias atividades para a produção de aulas virtuais; produção de conteúdo para os(as) estudantes; rastreamento dos estudantes que não estão tendo acesso ao material (busca ativa); relatórios referentes ao acompanhamento dos alunos; a realização de aulas síncronas (aulas em tempo real); atendimento às famílias para tirar as dúvidas sobre o aprendizado; produção tanto de material físico, que será impresso para quem não tem internet, como de produção de aulas virtuais para colocar na plataforma (assíncronas); continuidade nos estudos (formação) para que possamos atender os estudantes da melhor forma, dentre várias outras atividades, todas com recurso do próprio professor.

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão realizando todo atendimento virtual (rotina totalmente nova no trabalho da categoria) apesar de toda precarização e da falta de ajuda por parte do governo. Os poucos projetos de lei que foram passados para o Congresso, exemplo do PL 3441/2020, que garantiria tablet e internet para alunos(as) e professores(as) da rede pública, foram vetados pelo governo.

O fato de não estarmos trabalhando de forma presencial é para não aprofundar o caos promovido pelo governo Bolsonaro. Se desde o início da pandemia o governo federal tivesse implantado uma política de combate à pandemia, com isolamento social, compra de vacinas e medidas de prevenção, hoje o Brasil não estaria com mais de 370 mil mortos e milhões de brasileiros infectados.

Temos sim, deputado, lutado pela derrubada do Veto Presidencial nº 10/2021, que tem impedido estados, DF e municípios de receberem cerca de R$ 3,5 bilhões em 2021 para as necessidades de oferta universal e de qualidade no ensino básico público do país, e pela busca de uma educação inclusiva, plural e de qualidade, ponto que oferecerá aos(às) nossos(as) estudantes, uma oportunidade melhor na vida.

Em contrapartida, vemos que o parlamento, liderado por deputados como o senhor, tentam aprovar o PL 5595/20, que tem como objetivo, sob o manto de classificar a educação como atividade essencial, retomar as aulas presenciais nas escolas brasileiras à força. Nesse momento de grave pandemia e ausência total de coordenação nacional no seu combate, essa posição do governo Bolsonaro explicita a intenção de continuar a matança do nosso povo.

O Sinpro repudia a fala do deputado Ricardo Barros (PP/PR), que desconhece totalmente a rotina de um professor e a importância da educação na vida de uma pessoa.

Fonte: SINPRO-DF

O deputado federal maranhense Josivaldo JP (Podemos) quer incluir mais algumas categorias entre as prioridades de vacinação contra Covid-19: pastores, padres e líderes espirituais.

Proposta de autoria do parlamentar, com esse objetivo, foi apresentada na Câmara dos Deputados na terça-feira, 20 (leia aqui o projeto de lei.

“A relevância da inclusão das autoridades eclesiásticas (Padres, Freiras, Sacerdotes) e Pastores Evangélicos no processo de imunização da COVID-19 são de suma importância, pois estão na seara de suas missões levando uma palavra de esperança aos doentes e em especial as famílias vitimadas pela pandemia, no fiel cumprimento de sua fé é de sua missão cristã, muito das vezes colocando em risco a sua integridade física para semear a boa nova (sic!)”, justifica Josivaldo em seu mal escrito projeto de lei.

WhatsApp

Entre e receba notícias do dia.

PM DE TIMBIRAS

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade