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O prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, articulador de um dos principais grupos políticos do estado já começou a se movimentar em busca de resultados positivos em 2022.
Dr Hilton é irmão do deputado estadual Ariston Ribeiro e do deputado federal Dr. Gonçalo, ambos do Republicanos.
No último final de semana, acompanhado da prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo, o líder político visitou quatro cidades da região do Munim, e já deixou seu recado quando o assunto é “articulação política”.
Rosário, Morros, Presidente Juscelino e Axixá foram as cidades que o casal de prefeitos visitaram, vale destacar, que em todas elas os deputados citados tiveram expressivas votações em 2018.
Bem relacionado, e bem articulado em toda a região, Dr. Hilton Gonçalo deve começar a visitar outras cidades de diferentes regiões nos próximos dias, e estreitar ainda mais suas bases para 2022.
Além de uma base política forte e já consolidada, o Grupo Gonçalo deve aumentar sua representatividade em 2022.
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O sinal vermelho para Covid-19 no Maranhão está aceso. O secretário de Saúde, Carlos Lula, chegou a declarar nesta terça-feira (16), durante entrevista coletiva, que é muito provável que a nova variante do coronavírus já esteja no Brasil inteiro. A nova cepa seria a terceira onda da pandemia.
As restrições impostas pela Justiça para a não realização de eventos até a próxima quinta-feira (18); o decreto estadual cancelando as festividades carnavalescas; e a suspensão do ponto facultativo nos municípios maranhenses; parecem que não foram suficientes para frear o avanço da doença.
A taxa de ocupação dos leitos de UTI e de leitos clínicos exclusivos para a Covid-19 continuam subindo. Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), no dia 15 de fevereiro, 93,65% dos leitos de UTI estão ocupados na Grande Ilha; com apenas oito disponíveis.
Quase 50% dos leitos clínicos já estão ocupados. Em Imperatriz, segunda maior cidade do estado, a situação também é preocupante. Lá, 91,36% dos leitos clínicos estão ocupados, restando apenas sete. Com relação aos leitos de UTI, 78,13% estão preenchidos. O que significa dizer que dos 32 leitos de UTI disponíveis, apenas 7 estão disponíveis em Imperatriz.
Vale lembrar que houve uma alta nas taxas de ocupação dos leitos de UTI e clínicos nos boletins do dia 14 para o dia 15 de fevereiro. Em São Luís, o aumento foi de 90,48% para 93,65%, em relação aos leitos de UTI. Com relação aos novos casos, saltou de 154 para 213, um acréscimo de 38,31%. Essa alta foi registrada em apenas 24 horas. Dez óbitos foram notificados em cada informativo.
Com essa tendência de aumento, mesmo com a imposição de medidas restritivas, o Governo do Estado deve endurecer ainda mais e adotar medidas mais drásticas. Um novo lockdown pode ser decretado a qualquer momento para que o sistema de saúde não entre em colapso e milhares de vidas não sejam ceifadas.
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O prazo para a adesão das instituições públicas de educação superior ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), foi ampliado para 23 de fevereiro pelo Ministério da Educação.
As inscrições que tiveram início em 8 de fevereiro tinham como prazo final o dia 12. A assinatura do termo de adesão de cada instituição deve ser feita por meio do site do Sisu http://sisugestao.mec.gov.br.
Para participar, é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não ter zerado a redação.
É de exclusiva responsabilidade da instituição participante descrever, no documento de adesão, as condições específicas de concorrência às vagas por ela ofertadas no âmbito do Sisu.
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Em um vídeo publicado nas redes sociais, o Prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus (Republicanos), anunciou que vai doar todo o seu salário deste mês aos fazedores de cultura do município. O valor será revestido em alimentos. As cestas básicas serão distribuídas aos profissionais do setor cultural ainda esta semana.
No vídeo, Felipe diz que neste período de festividades do carnaval, muitos profissionais estariam trabalhando e gerando renda. Porém, por causa da pandemia, eles estão parados e muitos passando por necessidade.
Os primeiros a receber os alimentos serão aqueles que já fizeram cadastro no Departamento de Cultura. A estimativa é que cerca de 100 profissionais sejam beneficiados.
A sensibilidade é uma característica forte do prefeito. Quando era deputado estadual, doou metade do salário para aquisição de material de proteção para os profissionais da saúde, ainda no inicio da pandemia em 2020. Além de cerca de 20 toneladas de alimentos. Agora chegou a vez dos profissionais da cultura serem contemplados com o gesto de solidariedade de Felipe dos Pneus.
Ainda no vídeo, o prefeito reitera que “vai atuar com seriedade e transparência para desenvolver Santa Inês, que está prestes a completar 54 anos”. E para comemorar a força do povo santainesense, a prefeitura já está preparando uma série de ações, obedecendo todos os requisitos sanitários. A programação oficial deve ser divulgada em breve.
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O auxílio, segundo o governo, será pago para famílias não contempladas pelos programas sociais do Governo Federal.
O Governo do Piauí anunciou nessa sexta-feira (12) que pagará, a partir de março deste ano, um auxílio emergencial famílias que vivem em uma situação de extrema pobreza. O valor pago será de R$ 200 por seis meses.
O auxílio será pago para aquelas pessoas que não foram contempladas pelos programas de assistência social do Governo Federal durante a pandemia da Covid-19.
Antes do pagamento, o governo irá realizar uma busca ativa, através da Secretaria Estadual da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc) para avaliar a situação destas famílias. A expectativa é que sejam encontradas mais de oito mil famílias.
As famílias que serão beneficiadas com o auxílio receberão um cartão. “O cartão é para as pessoas que não recebem nenhum benefício do governo federal. Quem recebe o Bolsa Família, por exemplo, não será contemplado. O objetivo é incluir aquelas pessoas que chamamos de invisíveis dentro dos programas sociais do Governo Federal”, informou a governadora em exercício, Regina Sousa.
Em abril, o governo realizou uma busca para identificar os piauienses em situação de vulnerabilidade social que não conseguirem acesso ao auxílio emergencial do Governo Federal. O objetivo era resolver pendências para garantir o auxílio emergencial ao maior número possível de famílias.
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Por Mário Fernando
Bares e restaurantes silenciados. Noivas adentrando o altar sem o canto nupcial. Familiares reunidos sem o “direito” de ouvir música. Festas infantis sem o embalo animado para o ir e vir das crianças. Músicos silenciados no exercício do seu trabalho. Não importa se o evento fora previamente autorizado por atender ao requisito do número máximo de participantes, importa se há música. Amúsica é arbitrariamente silenciada quando deveria ecoar para minimizar as incertezas desse tempo presente. Serão, a princípio, 8 dias de silêncio imposto ou o marco para nosso silêncio como artistas que vivemos da música no Maranhão?
Associar aglomeração com a música tocada no seio familiar ou a música cantada por um artista em um local com número reduzido de pessoas é, minimamente, desconstruir toda a simbologia da música. Não é justo incorrer no erro de silenciar nossos lares, nossos pequenos eventos e nossas apresentações artísticas em bares e restaurantes maranhenses já tão penalizados nesses árduos tempos pandêmicos. Música “não chama aglomeração” se o evento é restrito a um público previamente determinado.
O artista, assim como qualquer outro trabalhador, exerce sua profissão para garantir seu sustento e sua dignidade como cidadão. Exercer a cidadania pressupõe ter a liberdade para usufruir de condições mínimas no exercício do laboro. Nós, músicos maranhenses, somos pais, mães, estudantes, investidores, operários e empresários do ramo. Como pais e mães – e, sobretudo, profissionais – precisamos prover o sustento da nossa família, ter condições mínimas para exercer nossa profissão. É possível, nesse cenário de vetos que nos silenciam, sermos livres e nos intitularmos cidadãos plenos?
Ser músico exige estudos constantes. Somos estudantes do gênero musical. Para o exercício da profissão como músico, nós dedicamos nosso tempo aos estudos da música. Não nos tornamos profissionais ao acaso. Somos fruto de exaustivas horas de estudo e muito treino. Precisamos de qualificação constante para que não sejamos excluídos pelo próprio ramo artístico. Para atender a essa demanda, investimos (sejam músicos iniciantes, sejam aqueles que têm mais experiência profissional – assim como eu que exerço minha profissão há 18 anos) tempo e recursos em instrumentos e equipamentos que precisarão ser substituídos, obviamente, pelo desgaste do tempo de uso. Desse modo, os artistas que hoje conseguem viver somente do trabalho musical jáfizeram grandes investimentos financeiros. Nós, operários da música, carregamos e montamos equipamentos, temoshorário para cumprir e recebemos pelo nosso trabalho.Todo esse trabalho representa nossa profissão como músicos e, por isso, reivindicamos nossos direitos como cidadãos que cumprem seus deveres sociais e legais a ter liberdade para exercer essa profissão.
Calar a música é calar pais, mães, estudantes, operários e investidores do ramo musical. Calar a música não é apenas silenciar eventos. Calar a música é, acima de tudo, silenciar profissionais que enfrentam, muitas vezes, a marginalização no seu próprio trabalho. Esperemos que nosso trabalho não seja responsabilizado por promover “aglomerações”, haja vista haver o cuidado excessivo dos locais onde nos apresentamos para que isso não ocorra. Queremos, portanto, exercer nosso trabalho com a dignidade que nos intitula músicos profissionais.
Mario Fernando
Músico Profissional
@mariofernandooficial
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A Câmara de Vereadores realiza hoje, segunda-feira 15 de fevereiro de 2021, mais uma sessão ordinária, com início às 19h30.
Vale ressaltar que as sessões da Câmara Municipal são abertas e a participação é uma demonstração de cidadania e de interesse pelas coisas da comunidade. Vamos lá acompanhar o trabalho do seu vereador.
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O blog vai reproduzir uma justa reivindicação dos artistas, sobre o atual momento de isolamento social, devido à pandemia do novo coronavirus e a proibição dos artistas se apresentarem e seguirem trabalhando para sobreviver.
A redação blog do professorgil.com.br foi procurado por vários artistas de Timbiras e num desabafo e com razão. Segundo os artistas o governo é o único responsável pelo descaso com as pessoas que vivem de shows e espetáculos para sobreviver.
… Um ano agonizando, para que alguém olhasse para a gente. “não estamos reivindicando para tocar em carnaval ou festas grandes. A nossa classe dos músicos somos sensível ao atual momento da pandemia, só queria seguir trabalhando nos barzinhos e pequenos eventos”. Isso já seria o suficiente para muitos se segurarem, o que não pode é parar. Por trás do artista existem várias pessoas que dependem de nós para sobreviver. Não é justo o que está acontecendo. Nós artistas não vendemos mais discos, dependemos exclusivamente do show. Então se existe algum culpado na minha opinião é o governo, que até agora não levantou a bola para ajudar a gente. Estamos até agora, quase 01 ano agonizando para trabalhar e nada acontece, disse um músico.
Os músicos finalizaram o desabado dizendo que “artista também tem família e precisa trabalhar”. O artista também tem que se sustentar, que o meio envolve muitos profissionais e que o governo deveria ter agido antes. Pedimos os nossos representantes legais os nossos vereadores e prefeito que olhasse para a nossa classe, pediu um músico que não quis se identificar.
Desta forma, é inegável que o desabafo é justo, diante da injustiça que os músicos estão sendo alvos nesse momento, é bom lembrar as autoridades para enxergar a situação desses profissionais.
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O blog do professorgil.com.br explica com riqueza de detalhes.
O preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha estão tão altos no Brasil porque a Petrobrás adotou uma política de preços que segue o dólar e o preço internacional do barril de petróleo, apesar de produzirmos e refinarmos tudo nacionalmente.
Há três motivos principais para que o presidente (Bolsonaro) adote essa política de preços, afinal, ele poderia alterá-la no momento que quisesse.
Primeiro, a pressão das importadoras de derivados, aquelas empresas que trazem de fora para vender aqui dentro do Brasil. São empresas milionárias que aumentam seu lucro cada vez que a Petrobrás sobe o preço da gasolina, por exemplo.
Segundo, a pressão dos acionistas minoritários – o majoritário é o povo brasileiro. Pelo máximo de lucros e dividendos no curtíssimo prazo em detrimento das necessidades de médio e longo prazo do povo brasileiro, afinal é só isso que essa política absurda causa. Esses acionistas são em sua maioria, os grandes bancos e uma meia dúzia de famílias em Brasília, Rio de Janeiro, ou EUA.
Terceiro, a pressão pela privatização da Petrobrás iniciando pelas suas refinarias. Quando o governo decide dobrar as pernas para o mercado na política de preços da Petrobrás ele está sinalizando para os gaviões que estão de olho na privatização da Estatal, afinal, nenhuma multinacional quer comprar, vai querer o governo interferindo na sua política de preços, elas vão querer cobrir o mais caro possível.
Qual a solução, baixar os impostos?
Os impostos são os mesmos desde 2015, nada mudou, pelo contrário, pode apostar que no momento seguinte à redução dos impostos, o preço subiria novamente, afinal o mercado não quer perder.
Então, a solução é alterar a política de preços da Petrobrás e utilizá-la pensando no povo brasileiro, colocando suas refinarias para funcionar, cancelando as privatizações e adotando um critério nacional e não internacional de preços, sobretudo, como o blog já disse, a Estatal produz, refina e vende nacionalmente.
“caso alguém não concorda com a opinião do blog, faça um (artigo) rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema”.





