Grupo do prefeito Eduardo Braide deve orientá-lo a fazer o que certo: cumprir a Lei e parar de se vitimizar
É incrível como o prefeito Eduardo Braide se coloca em situações de confrontos desnecessários, não cumpre leis e decisões judiciais e, quando as consequências de seus atos ilegais batem a porta, ele e seus aliados entoam o discurso de perseguição.
Ninguém, nem os servidores autores do pedido de cassação de Eduardo Braide, querem tirá-lo da cadeira de prefeito. O mecanismo foi simplesmente o único visto pelos servidores como maneira de pressionar o prefeito para que cumpra a Lei do Teto e deixe de prejudicar os servidores – estes sim, perseguidos desde o início do ano com a insistência do prefeito em não cumprir a Lei.
O chefe do Executivo já tentou cinco vezes derrubar a Lei municipal 7.729/2025, que aumenta o seu subsídio de R$ 25 mil para R$ 38 mil aumentando o teto do funcionalismo municipal e deixando de prejudicar os auditores e controladores do município. Estes servidores estão tendo seus salários cortados indevidamente pelo teto de R$ 25 mil desde o início do ano com o descumprimento da lei pelo prefeito.
Os hoje aliados do prefeito Eduardo Braide, os comunossocialistas que saíram em sua defesa endossando o falso discurso de que “a Câmara Municipal queria cassar o prefeito por ele não aceitar aumentar seu salário”, devem ser sinceros com a população e lembrar que o prefeito está prejudicando trabalhadores que se dedicam à cidade diuturnamente.
Para os aliados de Braide, basta convencer o prefeito a cumprir a Lei – já declarada constitucional pelo Tribunal de Justiça do Maranhão – e parar de se vitimizar e deturpar sobre o que realmente está acontecendo.
Os servidores prejudicados não encontraram outra solução para o deliberado e reiterado descumprimento da ordem vigente pelo gestor de São Luís que não fosse usar o mecanismo previsto para o crime de responsabilidade que ele comete: processo de cassação. O que facilmente revertido com o cumprimento da legislação.





