Um flagrante gravíssimo reacende o debate sobre o uso indevido do patrimônio público em Timbiras. O ex-prefeito Antônio Borba Lima, conhecido por antigos escândalos envolvendo contratos e serviços municipais, foi novamente visto recebendo pessoalmente uma carrada de madeira em seu terreno particular, localizado no chamado “Point Quente”, no bairro Forquilha.
Testemunhas afirmam que o ex-gestor acompanhou de perto o descarregamento da madeira, sem qualquer identificação de uso público, levantando suspeitas de desvio de materiais pertencentes à Prefeitura.
O ponto mais alarmante — e que configura possível crime — é que um terreno particular estaria sendo utilizado como extensão do almoxarifado municipal, prática absolutamente vedada pela legislação brasileira, caracterizando:
❌ Desvio de finalidade de bem público
❌ Apropriação irregular de material adquirido com recursos municipais
❌ Potencial improbidade administrativa e dano ao erário
A pergunta que Timbiras inteira faz é simples e direta:
➡️ Como pode um terreno pessoal servir de almoxarifado da Prefeitura?
Isso é ilegal, antiético e fere frontalmente os princípios da administração pública: moralidade, legalidade, impessoalidade e eficiência.
A população cobra respostas.
Os órgãos de controle precisam agir.
Timbiras não aceita mais esse tipo de prática obscura e vergonhosa.
A cidade exige transparência, respeito ao dinheiro público e responsabilização de quem trata o patrimônio municipal como se fosse propriedade particular.





