Partidos de Othelino e Marreca articulam federação

Solidariedade e PRD devem oficializar nesta quarta-feira (25) a formação de uma federação partidária, mirando a sobrevivência eleitoral diante do endurecimento das regras da cláusula de barreira nas eleições de 2026. No Maranhão, os partidos são comandados pelo deputado estadual Othelino Neto e o deputado federal Marreca Filho, respectivamente.

A nova federação, caso consolidada, contará com uma bancada de 10 deputados federais e um governador. A composição da executiva nacional terá oito integrantes e será presidida por Ovasco Resende, do PRD. O comando no Maranhão definirá se o bloco será alinhado ou não ao Palácio dos Leões. Atualmente, o Solidariedade é oposição ao governo de Carlos Brandão, enquanto o PRD tem Júnior Marreca, pai de Marreca Filho, na secretaria de Indústria e Comércio (Seinc).

A decisão pela federação busca garantir viabilidade política e acesso aos recursos públicos, já que a nova legislação exigirá desempenho mínimo nas urnas para manutenção desses benefícios.

O jovem Osnyr Gustavo Cantanhede Oliveira, filho do tenente Denilson, policial conhecido e respeitado em Codó, participou neste domingo (22) da Maratona do Rio de Janeiro, uma das provas de corrida de rua mais tradicionais e importantes do Brasil.

A maratona, que acontece anualmente desde 1979, conta com um percurso oficial de 42,195 km pelas ruas e paisagens da capital fluminense. Em 2025, pela primeira vez na história do evento, o número de inscritos ultrapassou a marca de 60 mil atletas. Um dado que reforça a grandiosidade da prova é que 85% dos participantes são de fora do município do Rio de Janeiro, consolidando o evento como um grande atrativo turístico e esportivo do país.

A participação de Osnyr Gustavo é motivo de orgulho não apenas para sua família, mas também para a cidade de Codó. Filho do tenente Denilson, ele carrega no sangue o espírito de disciplina e superação. Sua presença na maratona reforça a representatividade codoense em grandes eventos esportivos nacionais.

Blog do Marco Silva.

Nesta terça-feira (24), às 19h, a Prefeitura de Timbiras, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, abre o Arraial da Cidade, montado na Praça da Juventude, no centro de Timbiras, recebendo diversos grupos folclóricos e uma lista recheada de atrações locais e nacionais, sempre cortejando gêneros musicais que flertam com a festa mais contagiante da região Nordeste.

Vamos aguardar e conferir!.

O médico e pré-candidato ao Senado Federal, Hilton Gonçalo, recebeu no domingo (22) um importante reforço em sua caminhada rumo às eleições de 2026. Durante um almoço realizado com conterrâneos do Sertão maranhense, o prefeito de Pastos Bons, Enoque Mota, reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Hilton, consolidando ainda mais a base política do ex-prefeito de Santa Rita na região sul do Maranhão.

O encontro contou com a presença de importantes lideranças políticas e institucionais, como o deputado estadual Ariston, o desembargador José Gonçalo Filho e o delegado Antônio Luís Diniz, que também manifestaram apoio ao projeto político de Hilton Gonçalo.

Na ocasião, o pré-candidato destacou a união de forças em torno de sua candidatura:

“Juntos somos mais fortes. Este apoio do prefeito Enoque e de tantas lideranças do Sertão fortalece nosso propósito de representar o Maranhão com coragem, trabalho e compromisso com o povo”, afirmou Hilton Gonçalo.

A aproximação com líderes de diversas regiões do estado, especialmente do interior, reforça a estratégia de Hilton Gonçalo de construir uma candidatura sólida e plural, com forte apoio popular e institucional.

TJMA, em São Luís

A Associação dos Oficiais e Oficialas de Justiça Estaduais do Maranhão (AOJE-MA) protocolou nova manifestação junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reforçando a denúncia contra o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) pelo uso reiterado e supostamente irregular de nomeações temporárias para o cargo de oficial de justiça. A peça foi dirigida à conselheira relatora Daniela Pereira Madeira, e assinada pelo advogado Danilo Silva da Canhota.

De acordo com a entidade, o TJMA reconheceu, de forma explícita, a necessidade de pessoal ao lançar o Edital GP 22/2024, que previa 20 vagas imediatas para oficiais de justiça, além da formação de cadastro de reserva. No entanto, mesmo após a homologação do concurso, o Tribunal tem mantido em atividade, desde 2021, pelo menos 28 designações temporárias de servidores no cargo, contrariando as normas constitucionais e o próprio regulamento interno, especialmente a Resolução GP nº 80/2021, que limita esse tipo de designação a situações excepcionais e por prazo determinado.

A AOJE-MA alega que algumas dessas nomeações temporárias já ultrapassam quatro anos, o que evidencia, segundo a associação, uma substituição velada do concurso público por contratações precárias, sem respaldo legal. A entidade também destaca que vários desses servidores temporários não possuem formação superior em Direito, requisito obrigatório para o exercício da função de oficial de justiça, o que comprometeria a legalidade dos atos processuais por eles praticados.

Na manifestação, a associação argumenta que não há justificativa financeira para que os aprovados não sejam nomeados, uma vez que os oficiais “ad hoc” recebem regularmente verbas de transporte, alimentação e outras vantagens, o que comprovaria a existência de dotação orçamentária para as nomeações dos concursados. Para a entidade, o TJMA atua em contradição com os motivos que fundamentaram a abertura do concurso, ferindo o princípio da boa-fé administrativa e a vinculação da administração pública aos seus próprios atos.

Além de reforçar que os cargos, embora não formalmente vagos, estão materialmente desocupados, a AOJE-MA afirma que a permanência dessas designações afronta o artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece o concurso público como meio legítimo de acesso ao serviço público. A entidade pede que o CNJ determine a imediata suspensão das designações temporárias e a nomeação dos aprovados dentro do número de vagas previstas, além de recomendar ao TJMA o reforço dos mecanismos de controle e prestação de contas sobre afastamentos e vacâncias.

A manifestação foi divulgada pelo site Direito e Ordem.

Catar diz que interceptou ataque e que não há vítimas

As Forças Armadas do Irã atacaram a base militar dos Estados Unidos (EUA) Al-Udeid, no Catar, país do Oriente Médio. A informação foi divulgada primeiro pelas agências de notícias do Irã Fars News e IRNA News, tendo já sido confirmada pelo governo do Catar, que condenou a ação e disse ter interceptado os mísseis.

O ataque foi a resposta do governo iraniano aos bombardeios dos EUA contra três instalações nucleares iranianas no sábado (21).

“Em resposta à ação agressiva e descarada dos Estados Unidos contra as instalações e instalações nucleares do Irã, as poderosas forças armadas da República Islâmica do Irã destruíram a base aérea americana em Al-Udeid, no Catar”, disse, em comunicado, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã.

Segundo o informe, o número de mísseis usados teria sido o mesmo número de bombas que os EUA usaram no ataque às instalações nucleares do Irã. O alvo ficava longe das instalações urbanas do Catar.

“Esta ação não representa nenhuma ameaça ao nosso país amigo e irmão, o Catar, e ao seu nobre povo e a República Islâmica do Irã permanece comprometida em manter e dar continuidade às relações calorosas e históricas com o Catar”, completou o informe do governo iraniano.

A emissora do Catar Al-Jazera confirmou que foram ouvidas explosões e vistos sinalizadores sobre o céu de Doha, a capital do Catar. O país do Oriente Médio havia informado que fechou seu espaço aéreo.

A Al Udeid é a maior base militar dos EUA no Oriente Médio, fundada em 1996. Estima-se que a base abrigue 10 mil funcionários, entre civis e militares.

Catar

O ministro das relações exteriores do Catar, Majed Al Ansari, condenou os ataques iranianos e argumentou que a medida viola a soberania do país do Oriente Médio.

“Afirmamos que o Catar se reserva o direito de responder diretamente de maneira equivalente à natureza e à escala desta agressão descarada, em conformidade com o direito internacional”, disse Majed.

Ainda segundo o chanceler do país árabe, o ataque foi frustrado pelas defesas aéreas do Catar e o pessoal da base já havia sido evacuado por precaução.

“A base havia sido evacuada anteriormente, seguindo as medidas de segurança e precaução estabelecidas, dadas as tensões na região. Todas as medidas necessárias foram tomadas para garantir a segurança do pessoal na base, incluindo membros das Forças Armadas do Catar, forças amigas e outros. Confirmamos que não houve feridos ou vítimas no ataque”, completou.

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O partido Podemos conseguiu a vitória na primeira instância diante da acusação de fraude à cota de gênero nas eleições de 2024. A juíza da 1ª Zona Eleitoral de São Luís, Janaína Araújo de Carvalho, julgou nesta segunda-feira (23) improcedente a Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que acusa o partido de ter usado candidaturas femininas laranjas no pleito.

O Podemos já havia conquistado o parecer do Ministério Público a seu favor pela não procedência da Ação. Na decisão, a magistrada alegou que a acusação não demonstrou de forma clara e consistente a ocorrência da fraude que justificasse a condenação.

Ao analisar o principal ponto da controvérsia jurídica – a candidatura de Brenda Carvalho, que obteve apenas 18 votos e gastou R$ 300 mil do fundo de campanha – a juíza afirmou que na rede social de Brenda havia postagem com seu número de campanha, o que derrubaria a tese de que não fez campanha. “Todas as publicações realizadas no período destinaram-se à divulgação de sua campanha eleitoral, não tendo havido utilização desta rede social para outras finalidades e tampouco pedido de votos para outros candidatos”, afirmou.

Para a juíza, o fato de Brenda ter deixado a campanha do meio para o fim seria por sua própria insatisfação com o partido e um natural “desestímulo”, o que não caracterizaria irregularidade. “Assim como ninguém é obrigado a se candidatar, tampouco será obrigado a permanecer na disputa eleitoral, podendo haver desistência tácita em concorrer, a qual não implicará automaticamente na conclusão de dolo, má-fé ou fraude”.

Outra alegação na decisão da juíza, é que o fato de Brenda ter sido candidata em outras eleições e ter obtido votos, também demonstraria que a candidatura dela inicialmente seria séria e por isso não se configuraria como “laranja” para cumprir a cota e não realizar campanha. “O histórico de participação eleitoral da candidata Brenda Carvalho Pereira, que não se restringe ao pleito de 2024. A existência de envolvimento anterior em disputas eleitorais (tendo obtido 263 votos para o cargo de vereadora em 2020 e 998 votos para deputada federal em 2022) confirma a seriedade da sua candidatura e refuta, de forma objetiva, a tese de que se trataria de candidatura fictícia ou meramente instrumental, popularmente conhecida como “laranja”, conforme alegado pelos investigantes”.

Para afastar a ideia de que a principal empresa fornecedora da campanha de Brenda foi utilizada para campanha de outros candidatos, em especial do presidente do partido, Fábio Filho, a juíza disse que “Importa destacar que a simples utilização de empresas com funções equivalentes por diferentes candidatos não é, por si só, elemento apto a demonstrar eventual uniformização nas respectivas prestações de contas”.

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PM DE TIMBIRAS

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