- Professor Gil
- Deixar Comentário
A Operação “SATURAÇÃO” continuou neste fim de semana em Timbiras, e segundo a Policia Militar não foi registrado nenhuma ocorrência de roubo de moto e ou de celulares.
Mais segundo o Capitão Jamerson, houve duas tentativas de assassinato, dois indivíduos deram entrada no (HRT) Hospital Regional de Timbiras, “Um indivíduo foi baleado em um campo de futebol da
Rua do alto, bairro São Sebastião, tudo leva a crer em acerto de contas, a vítima identificada por DAIO estava assistindo um jogo de futebol quando foi alvejado por um tiro de garrucha ou espingarda, o mesmo foi socorrido e levado ao hospital e liberado em seguida.
A outra tentativa de homicídio foi na Rua da City 02, bairro Anjo da Guarda, a vitima foi o menor das iniciais (I.C. 16 anos). vulgo “neguinho”, segundo o que foi levantado pela guarnição e repassado ao Compom foi que a vítima vinha de um jogo de futebol quando foi atacada pelo seu desafeto, os dois travaram luta corporal no que resultou em escoriações de faca no lado direito do rosto e nas pernas da vítima. A vítima foi socorrida ao hospital foi avaliada e passa bem , continuando internada, foi perguntado a ela quem a teria atacado mais ela não soube dizer.
FONTE: 17° BPM, SUA SEGURANÇA É NOSSA MISSÃO.
CPAI-4/17º BPM
CMT DO BPM: TC J.ALVES
CPU: TEN LUCAS
GUARNIÇÃO:
Vtr timbiras
PARABÉNS AO BELÍSSIMO TRABALHO DA POLICIA MILITAR DE TIMBIRAS, CODÓ E COROATÁ, JUNTAS PARA DA O MELHOR AOS MUNÍCIPES.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido aconselhado por integrantes do Centrão a escolher um empresário ou um evangélico para o posto de candidato a vice-presidente em 2022.
Segundo relatos feitos à CNN, a recomendação foi feita em conversas recentes com o petista. A avaliação feita ao ex-presidente é de que, ao escolher um desses dois perfis, Lula poderá diminuir resistências junto a dois grupos cujos percentuais de aprovação ao atual governo ainda são altos, segundo pesquisas recentes de intenções de voto.
O diagnóstico é compartilhado por dirigentes petistas ouvidos pela CNN, para os quais o ideal seria que o nome escolhido pelo presidente já fosse filiado ou se filiasse a um partido do bloco do Centrão, diminuindo, assim, as chances da coalizão partidária apoiar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022.
Na lista de nomes considerados por aliados do petista como ideais para a função, estão os empresários Luiza Trajano, do Magazine Luiza, e Josué Gomes, da Coteminas. Os dois, no entanto, já disseram, em conversas reservadas, que não pretendem disputar cargos públicos em 2022.
De acordo com dirigentes petistas, Lula só deve definir um nome no ano que vem. Neste momento, o petista está empenhado em fechar alianças estaduais que lhe garantam palanques regionais na disputa do ano que vem. Por isso, o petista programa, para os próximos dias, um périplo pelo Nordeste.
Na última quinta-feira (5), Lula se reuniu com o ex-governador do Paraná Roberto Requião, que anunciou a sua desfiliação do MDB. No encontro, conversaram sobre a conjuntura política e, segundo dirigentes petistas, sobre a hipótese de ele sair candidato a governador em 2022. Da CNN
- Professor Gil
- Deixar Comentário
De O Estado
A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que torna obrigatório o voto impresso, rejeitou na quinta-feira, 5, o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR). Foram 23 votos contrários ao parecer, ante 11 votos favoráveis.
Por indicação do presidente da comissão especial, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), o parecer vencedor caberia ao deputado Júnior Mano (PL-CE), que declinou da função. Pelas regras, o parecer vencedor deverá refletir a posição majoritária no colegiado ou até sugerir o arquivamento, após uma nova reunião.
Durante a votação, os deputados Aliel Machado (PSB-PR) e Paulo Ganime (Novo-RJ) defenderam a adoção de mecanismos que, mantido o atual sistema, permitam a auditoria dos votos colhidos com urnas eletrônicas. “Mas retornar à contagem manual de votos em papel é retrocesso”, ponderou Machado.
A bancada maranhense na Câmara tinha dois membros no colegiado: os deputados Edilázio Júnior (PSD) e Marreca Filho (Patriota). Ambos votaram contra a PEC. “O sistema que utilizamos é extremamente eficiente”, opinou Edilázio.
O posicionamento dos dois representantes do Maranhão na comissão especial parece ser majoritário entre a bancada. Na sexta-feira, 6, O Estado ouviu mais cinco parlamentares, e apenas o deputado Aluisio Mendes (PSC) mostrou-se a favor da PEC.
Eles agora precisarão votar o tema em plenário, porque o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) anunciou que a decisão sobre a PEC será tomada pelo Plenário da Casa. Segundo Lira, a proposta é polêmica e tem dividido o país, e, por essa razão, é preciso da análise dos 513 deputados para uma definição. Para ele, “a disputa já foi longe demais”.
“Eu, em tese, sou favorável ao sistema auditável. Eu acho que um sistema que venha a criar mais um sistema de auditagem da lisura das eleições, só vem acrescentar a nossa democracia”, destacou.
Para ele, contudo, a proposta tem enfrentado resistências por conta do “viés ideológico” que tomou o debate.
“Infelizmente, essa discussão agora está contaminada pelo viés ideológico. Nós não estamos mais discutindo se o voto auditável é bom para a democracia, se é bom para s eleições, ou não. Nós estamos discutindo se um pleito, uma bandeira do governo Bolsonaro deve, ou não, ser aprovado”, completou, acrescentando que vê “clima desfavorável” à proposta.
Golpe?
O deputado João Marcelo tem postura firme contra a proposta. Para ele, o debate, na verdade, escamoteia uma tentativa de se impedir as eleições do ano que vem. “Um absurdo! Um verdadeiro retrocesso”, frisou.
“Além das declarações do ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, de que não haverá eleições em 2022 se o texto da PEC não passar no Congresso, e a posição do presidente da República, Jair Bolsonaro, no ataque às urnas eletrônicas, o que o relator Felipe Barros sugere é ainda pior. O Congresso não pode, nunca, se deixar intimidar. Qualquer pressão do Poder Executivo sobre o Legislativo sobre se vai ter ou não eleição, com ou sem voto impresso, é inválida no regime democrático. Vai depender de o Congresso Nacional decidir. Isso tudo, eu vejo como uma tentativa de impedimento das eleições em 2022”, destacou.
Já o deputado Rubens Júnior (PCdoB), avalia que o voto impresso é “caro, ineficaz, suscetível a fraude”. “Nosso sistema de votação é um dos melhores do mundo e já é auditável”, opinou.
Também ouvidos pela reportagem de O Estado, os deputados Juscelino Filho (DEM) e Zé Carlos (PT) têm opinião parecida sobre o assunto.
Ambos confiam na segurança das urnas eletrônicas e do atual sistema de conferência e totalização de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Sou contra [o voto impresso], ainda mais da forma como estava no texto votado ontem [quinta-feira, 5] na comissão especial, e também da forma como foi posto o debate na rua. Essa mudança agora, se aprovada dessa forma, só iria trazer questionamentos, confusão, insegurança e instabilidade ao nosso sistema eleitoral e nossa democracia”, disse o democrata.
E completou: “Até hoje não houve nenhuma suspeição ou denúncia concreta comprovada sobre a lisura e a qualidade dos pleitos”.
Retrocesso
Para o petista “o critério atual é seguro”, tanto para a votação, quanto para a totalização. Ele avalia, ainda, como retrocesso a possibilidade de impressão de votos. O parlamentar também acredita que o debate tem sido estimulado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para manter uma “política de conflito”.
“Não aprovo o voto impresso, tendo em vista que, em primeiro lugar, o critério atual é seguro. Em segundo lugar, é retrocesso que somente serviria pra fraudes e votos de cabresto, e, por último, é apenas um pretexto de Bolsonaro pra continuar com sua política de conflito”, comentou.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
Por José Sarney
Quando eu era Governador do Maranhão e fazíamos uma verdadeira revolução urbanística em São Luís — abrindo avenidas, construindo estradas e preservando a cidade histórica —, surgiram problemas, como acontece em toda grande transformação urbana. Ouvi isto de um representante do BID quando eu pedia um empréstimo para as obras: “Governador, nosso cuidado com os financiamentos para o Brasil refere-se à qualidade dos projetos. Um bom projeto resulta em diminuição de problemas e melhora dos resultados. Toda obra tem problema.” Seguindo esta advertência, tivemos uma grande preocupação com os projetos, pois deles dependiam as dores de cabeça de uma obra. Mesmo assim não as evitamos. Naquele tempo, os problemas em São Luís foram pequenos e limitados a dois viadutos, que apresentaram duas fissuras.
Foi o bastante para que o nosso grande poeta José Chagas, que escrevia crônicas como ninguém, fizesse uma com o título “Doença dos viadutos”, que serviu para uma gozação danada. Um dos viadutos, no Bairro da Alemanha, foi logo consertado. Deixamos o outro viaduto, o João do Vale, para depois.
Mas os problemas de governar podem ser muito graves. Alguns nos cortam o coração e nos impedem de conter as lágrimas: o fogo no Museu Nacional nos levou a belíssima e jamais recuperável Coleção de Arte Indígena de Raimundo Lopes e objetos raros por ele coletados em anos de trabalho: penas labiais dos urubus, suas técnicas de rede, flechas de osso com o modelo de ferro, braceletes com folhas, pentes de pauzinhos com flores de palma, oriundos do Maranhão, consumidos para sempre.
Felizmente agora está recuperado o Museu da Língua Portuguesa, exemplo mundial das novas técnicas museológicas, num trabalho notável do governo de São Paulo e de organizações como EDP, Globo, Itaú, Sabesp. Mas nem sempre a recuperação é possível, como aconteceu agora com parte da Cinemateca Nacional, quando as chamas foram em busca da memória dos filmes e da documentação sobre o cinema nacional, como roteiros, desenhos de cenas, como se fazia à moda antiga, antes das modernas técnicas do desenho eletrônico e de suas inúmeras capacidades de corrigir, modificar ou apagar. Muitos originais do nosso Glauber Rocha estavam entre os perdidos para sempre.
Assim a memória nacional e a nossa cultura desaparecem nas chamas, que destroem as obras de arte e o trabalho daqueles que, por tantos anos, dedicaram suas vidas para a pesquisa e preservação da memória artística e cultural do País.
Cito, para lembrar a preferência do fogo pelos museus, o incêndio do Museu de Arte Moderna do Rio, no aterro do Flamengo, que destruiu um acervo valioso, reunido com dificuldade — e, claro, irrecuperável. Lembro-me que Sanguinetti, ex-Presidente do Uruguai e grande conhecedor de pintura, lamentava que naquele incêndio tenham sido destruídas muitas obras do Pedro Figari, importante pintor uruguaio, que o Museu detinha.
Mas há por trás disso tudo descaso, desleixo e abandono. Nossos museus vivem de pires na mão, a mendigar verbas a incompetentes e despreparados, gente que não tem apreço pela arte e pela cultura, que as deixam desaparecer e que não aparecem na hora de assumir a responsabilidade.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
Neste sábado (08), os policiais militares do 17º BPM fizeram uma visita ao pequeno Emanuel, morador do bairro São Sebastião na cidade de Timbiras e admirador do trabalho da Polícia Militar.
O garotinho Emanuel completou mais um ano de vida, e na ocasião os policiais militares do 17º BPM, representando o CPAI-4 e toda a Unidade, realizaram a entrega de um certificado o parabenizando pela passagem de sua data natalícia e também o presentearam.
O 17º BPM através de seu comandante, Tenente Coronel J. Alves , parabeniza Emanuel pela passagem de seu aniversário.
Policia Militar e Sociedade juntas pelo bem de todos, belíssima ação, parabéns aos nossos ANJOS DA PAZ, que Deus os protejam com sabedoria, garra, paz e muita saúde.











