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O auxílio, segundo o governo, será pago para famílias não contempladas pelos programas sociais do Governo Federal.
O Governo do Piauí anunciou nessa sexta-feira (12) que pagará, a partir de março deste ano, um auxílio emergencial famílias que vivem em uma situação de extrema pobreza. O valor pago será de R$ 200 por seis meses.
O auxílio será pago para aquelas pessoas que não foram contempladas pelos programas de assistência social do Governo Federal durante a pandemia da Covid-19.
Antes do pagamento, o governo irá realizar uma busca ativa, através da Secretaria Estadual da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc) para avaliar a situação destas famílias. A expectativa é que sejam encontradas mais de oito mil famílias.
As famílias que serão beneficiadas com o auxílio receberão um cartão. “O cartão é para as pessoas que não recebem nenhum benefício do governo federal. Quem recebe o Bolsa Família, por exemplo, não será contemplado. O objetivo é incluir aquelas pessoas que chamamos de invisíveis dentro dos programas sociais do Governo Federal”, informou a governadora em exercício, Regina Sousa.
Em abril, o governo realizou uma busca para identificar os piauienses em situação de vulnerabilidade social que não conseguirem acesso ao auxílio emergencial do Governo Federal. O objetivo era resolver pendências para garantir o auxílio emergencial ao maior número possível de famílias.
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Por Mário Fernando
Bares e restaurantes silenciados. Noivas adentrando o altar sem o canto nupcial. Familiares reunidos sem o “direito” de ouvir música. Festas infantis sem o embalo animado para o ir e vir das crianças. Músicos silenciados no exercício do seu trabalho. Não importa se o evento fora previamente autorizado por atender ao requisito do número máximo de participantes, importa se há música. Amúsica é arbitrariamente silenciada quando deveria ecoar para minimizar as incertezas desse tempo presente. Serão, a princípio, 8 dias de silêncio imposto ou o marco para nosso silêncio como artistas que vivemos da música no Maranhão?
Associar aglomeração com a música tocada no seio familiar ou a música cantada por um artista em um local com número reduzido de pessoas é, minimamente, desconstruir toda a simbologia da música. Não é justo incorrer no erro de silenciar nossos lares, nossos pequenos eventos e nossas apresentações artísticas em bares e restaurantes maranhenses já tão penalizados nesses árduos tempos pandêmicos. Música “não chama aglomeração” se o evento é restrito a um público previamente determinado.
O artista, assim como qualquer outro trabalhador, exerce sua profissão para garantir seu sustento e sua dignidade como cidadão. Exercer a cidadania pressupõe ter a liberdade para usufruir de condições mínimas no exercício do laboro. Nós, músicos maranhenses, somos pais, mães, estudantes, investidores, operários e empresários do ramo. Como pais e mães – e, sobretudo, profissionais – precisamos prover o sustento da nossa família, ter condições mínimas para exercer nossa profissão. É possível, nesse cenário de vetos que nos silenciam, sermos livres e nos intitularmos cidadãos plenos?
Ser músico exige estudos constantes. Somos estudantes do gênero musical. Para o exercício da profissão como músico, nós dedicamos nosso tempo aos estudos da música. Não nos tornamos profissionais ao acaso. Somos fruto de exaustivas horas de estudo e muito treino. Precisamos de qualificação constante para que não sejamos excluídos pelo próprio ramo artístico. Para atender a essa demanda, investimos (sejam músicos iniciantes, sejam aqueles que têm mais experiência profissional – assim como eu que exerço minha profissão há 18 anos) tempo e recursos em instrumentos e equipamentos que precisarão ser substituídos, obviamente, pelo desgaste do tempo de uso. Desse modo, os artistas que hoje conseguem viver somente do trabalho musical jáfizeram grandes investimentos financeiros. Nós, operários da música, carregamos e montamos equipamentos, temoshorário para cumprir e recebemos pelo nosso trabalho.Todo esse trabalho representa nossa profissão como músicos e, por isso, reivindicamos nossos direitos como cidadãos que cumprem seus deveres sociais e legais a ter liberdade para exercer essa profissão.
Calar a música é calar pais, mães, estudantes, operários e investidores do ramo musical. Calar a música não é apenas silenciar eventos. Calar a música é, acima de tudo, silenciar profissionais que enfrentam, muitas vezes, a marginalização no seu próprio trabalho. Esperemos que nosso trabalho não seja responsabilizado por promover “aglomerações”, haja vista haver o cuidado excessivo dos locais onde nos apresentamos para que isso não ocorra. Queremos, portanto, exercer nosso trabalho com a dignidade que nos intitula músicos profissionais.
Mario Fernando
Músico Profissional
@mariofernandooficial
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A Câmara de Vereadores realiza hoje, segunda-feira 15 de fevereiro de 2021, mais uma sessão ordinária, com início às 19h30.
Vale ressaltar que as sessões da Câmara Municipal são abertas e a participação é uma demonstração de cidadania e de interesse pelas coisas da comunidade. Vamos lá acompanhar o trabalho do seu vereador.
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O blog vai reproduzir uma justa reivindicação dos artistas, sobre o atual momento de isolamento social, devido à pandemia do novo coronavirus e a proibição dos artistas se apresentarem e seguirem trabalhando para sobreviver.
A redação blog do professorgil.com.br foi procurado por vários artistas de Timbiras e num desabafo e com razão. Segundo os artistas o governo é o único responsável pelo descaso com as pessoas que vivem de shows e espetáculos para sobreviver.
… Um ano agonizando, para que alguém olhasse para a gente. “não estamos reivindicando para tocar em carnaval ou festas grandes. A nossa classe dos músicos somos sensível ao atual momento da pandemia, só queria seguir trabalhando nos barzinhos e pequenos eventos”. Isso já seria o suficiente para muitos se segurarem, o que não pode é parar. Por trás do artista existem várias pessoas que dependem de nós para sobreviver. Não é justo o que está acontecendo. Nós artistas não vendemos mais discos, dependemos exclusivamente do show. Então se existe algum culpado na minha opinião é o governo, que até agora não levantou a bola para ajudar a gente. Estamos até agora, quase 01 ano agonizando para trabalhar e nada acontece, disse um músico.
Os músicos finalizaram o desabado dizendo que “artista também tem família e precisa trabalhar”. O artista também tem que se sustentar, que o meio envolve muitos profissionais e que o governo deveria ter agido antes. Pedimos os nossos representantes legais os nossos vereadores e prefeito que olhasse para a nossa classe, pediu um músico que não quis se identificar.
Desta forma, é inegável que o desabafo é justo, diante da injustiça que os músicos estão sendo alvos nesse momento, é bom lembrar as autoridades para enxergar a situação desses profissionais.
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O blog do professorgil.com.br explica com riqueza de detalhes.
O preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha estão tão altos no Brasil porque a Petrobrás adotou uma política de preços que segue o dólar e o preço internacional do barril de petróleo, apesar de produzirmos e refinarmos tudo nacionalmente.
Há três motivos principais para que o presidente (Bolsonaro) adote essa política de preços, afinal, ele poderia alterá-la no momento que quisesse.
Primeiro, a pressão das importadoras de derivados, aquelas empresas que trazem de fora para vender aqui dentro do Brasil. São empresas milionárias que aumentam seu lucro cada vez que a Petrobrás sobe o preço da gasolina, por exemplo.
Segundo, a pressão dos acionistas minoritários – o majoritário é o povo brasileiro. Pelo máximo de lucros e dividendos no curtíssimo prazo em detrimento das necessidades de médio e longo prazo do povo brasileiro, afinal é só isso que essa política absurda causa. Esses acionistas são em sua maioria, os grandes bancos e uma meia dúzia de famílias em Brasília, Rio de Janeiro, ou EUA.
Terceiro, a pressão pela privatização da Petrobrás iniciando pelas suas refinarias. Quando o governo decide dobrar as pernas para o mercado na política de preços da Petrobrás ele está sinalizando para os gaviões que estão de olho na privatização da Estatal, afinal, nenhuma multinacional quer comprar, vai querer o governo interferindo na sua política de preços, elas vão querer cobrir o mais caro possível.
Qual a solução, baixar os impostos?
Os impostos são os mesmos desde 2015, nada mudou, pelo contrário, pode apostar que no momento seguinte à redução dos impostos, o preço subiria novamente, afinal o mercado não quer perder.
Então, a solução é alterar a política de preços da Petrobrás e utilizá-la pensando no povo brasileiro, colocando suas refinarias para funcionar, cancelando as privatizações e adotando um critério nacional e não internacional de preços, sobretudo, como o blog já disse, a Estatal produz, refina e vende nacionalmente.
“caso alguém não concorda com a opinião do blog, faça um (artigo) rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema”.
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O jornal O Estado de São Paulo produziu um infográfico relacionando quem foram os parlamentares que coordenaram a construção da eleição de Arthur Lira para a Câmara e Rodrigo Pacheco para o senado.
Entre, senadores, deputados, ministros que formam a tropa, o único maranhense é o deputado federal André Fufuca, presidente do Progressistas no Maranhão.
Não é a primeira vez que André Fufuca se destaca dos demais parlamentares maranhenses em termo de articulação em Brasília. Em 2017 e 2019, foi o único dos 21 parlamentares maranhenses que foi eleito para a mesa diretora do Congresso Nacional.
Enquanto alguns passam a imagem de grandes articuladores sem articularem nada, Fufuca sem fazer alarde nenhum, mostra como se faz política de verdade.
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Internada no Hospital Universitário, a vereadora morreu ontem à tarde por complicações da covid-19, o que causou comoção na cidade.

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A reunião aconteceu na manhã de sexta-feira (12) no prédio do SINPROESEMMA de Timbiras com a presença da Coordenadora Estadual de Núcleos, Professora Janice Neri. Também estavam presentes o Delegado Regional Jean Pierry, Professor Miranda (Coordenador do Núcleo de Coroatá) e Professor Bebeto (Coordenador do Núcleo de Peritoró).

O assunto principal da reunião era tratar sobre a dinâmica da eleição da coordenação estadual que ocorrerá no dia 03 de março de 2021. Para o processo eleitoral consta registrado apenas uma chapa (Chapa 01) que apresenta o nome do professor Raimundo Oliveira ao cargo de Coordenador Estadual.
A urna de votação ficará disponível no prédio da APEMT em Timbiras durante o dia 03 de março de 2021 no horário das 8 horas da manhã às 20h00min. Poderá votar todos os servidores da rede municipal e estadual que estejam em dia com suas contribuições sindicais. 
O Coordenador Local, professor Antonio Filho aproveitou a oportunidade para avaliar a atuação do Sinproesemma a nível estadual destacando algumas conquistas como a ampliação e unificação de matrículas dos professores, entre outras. Logo em seguida, o vice-coordenador do Núcleo, professor Walter Monteiro aproveitou pra solicitar o acompanhamento do Sinproesemma nas mudanças recentes na rede estadual (aumento de turmas com diminuição de carga horária de professores) e agilidade na expedição das carteiras dos sócios desta entidade.
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Um suposto lobisomem amedronta no mercado central em Timbiras. Relatos de pessoas que testemunharam o episódio que na noite de segunda-feira (08),por volta das 23:30h, o clima de medo ganhou força depois que um homem identificado como Marcelo disse ter visto e ouvido pisadas, zoada e gritos. A lendária criatura, cuja crendice popular descreve como metade homem, metade lobo.
Conforme a testemunha o bicho surgiu por volta das 23:30h e desapareceu exatamente a meia-noite. “um mostro aparentemente mais de um metro e meio de altura, peludo e que se contorcia sem parar.
CONFIRA O VÍDEO.





