Timbiras (MA) – Professores da rede municipal intensificaram nesta semana as cobranças por maior transparência na atuação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINPROESEMMA). A principal reivindicação gira em torno da prestação de contas dos recursos da Associação e do FUNDEB, além do cumprimento de acordos judiciais e administrativos firmados em anos anteriores.
Segundo os educadores, há falta de clareza sobre o destino das verbas que deveriam ser aplicadas na valorização da categoria. O sindicato, responsável por intermediar as negociações, é acusado de não apresentar relatórios detalhados sobre os repasses e de não pressionar a gestão municipal de forma efetiva.
Em 2024, a prefeitura assinou acordo para pagamento de retroativos referentes a 2018, reconhecidos judicialmente. No entanto, professores afirmam que o compromisso não foi cumprido, o que gerou frustração e mobilização da categoria. O que vêm sendo questionados desde 2013.
“Queremos transparência. O dinheiro é público e precisa ser aplicado corretamente. O sindicato deve prestar contas e a prefeitura precisa cumprir o que foi acordado”, declarou um professor.
A insatisfação levou parte dos profissionais a buscar apoio junto ao Ministério Público e à Câmara Municipal, com o objetivo de garantir fiscalização sobre os recursos e pressionar por soluções.
Enquanto isso, o clima de desconfiança cresce entre os docentes, que afirmam que a falta de diálogo e de clareza compromete não apenas os direitos trabalhistas, mas também a transparência do sindicato e a qualidade da educação oferecida aos estudantes de Timbiras.





